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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Ao recusar reeleição, Marina acena ao PT


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Ao anunciar a decisão de não disputar novo mandato caso seja eleita presidente da República em outubro - decisão inédita no país desde a aprovação da reeleição -, Marina Silva (PSB) abre um leque de oportunidades para aliados e adversários e estimula os partidos a darem início à construção de candidaturas para 2018.
A informação, dada com tanta antecedência, antes de ganhar a eleição e assumir o governo, tem, segundo avaliam círculos próximos a Marina, endereço certo: é gesto em direção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não quis voltar agora, apesar do movimento do PT a seu favor, e tenta reeleger Dilma Rousseff, mas é nome na chapa petista em 2018, segundo ele próprio já anunciou. Marina, com a antecipação, avisa que não disputará com ele.
Outro endereço a que está dirigida a informação é o do PT, que lutou por Lula em 2014, não considera Dilma petista de raiz, e não concordaria em ficar oito anos fora do poder caso Marina fizesse bom governo e pudesse ser reeleita.
Diante das incertezas em relação à gestão de Marina, os partidos não descartam surgimento de novos protagonistas. Dirigentes do PMDB avaliam que o partido terá mais influência em um governo de Marina do que tem hoje, mesmo ocupando a Vice-Presidência da República com Michel Temer. "Marina não tem ninguém. Ela vai precisar construir acordos no Congresso, onde o PMDB reina. O PMDB ficará mais importante se Marina ganhar", diz um líder do partido.
O discurso da candidatura própria à Presidência em 2018 foi retomado por Temer em evento do PMDB no Rio Grande do Sul, sexta-feira. Mesmo sem ter um nome natural, em um governo de Marina os pemedebistas estarão mais à vontade para iniciar articulações de plataforma de governo e candidato próprio.
A pouco mais de um mês das eleições, envolvidos nas campanhas de Dilma, do senador Aécio Neves (PSDB) e de Marina negam-se a especular, abertamente, sobre o cenário político resultante de eventual vitória da ex-ministra. Para seus aliados, seria subir no salto alto e para os adversários, jogar a toalha. Mas o desempenho de Marina nas pesquisas alimenta análises do cenário nos bastidores das campanhas. "O quadro político é inimaginável se Marina ganhar. Vai depender do resultado individual de cada partido na eleição. Cada um pode ir para um lado, mas todos devem se assanhar a lançar candidato", diz um tucano.
No campo das oposições, uma das apostas é na fusão do PSDB com o DEM e outras legendas mais identificadas com o ideário liberal. Sem a reeleição, um governo de quatro anos não é tempo tão longo que cause desmobilização completa das forças de oposição. Mas lideranças do DEM dizem que "o alinhamento em torno de outra candidatura de Aécio não é automático". Para um deles, "se Marina ganhar a eleição, terá um quadro novo no Brasil inteiro, imprevisível e nenhuma análise pode se basear no raciocínio clássico". O DEM precisa eleger Paulo Souto governador da Bahia, para ter cacife em qualquer negociação.
Uma avaliação é que, eleita como inovadora, Marina terá de propor entendimento aos partidos - nos moldes da "concertación" que conduziu a redemocratização do Chile - para aprovar a reforma política. Assim, todos os partidos teriam lideranças com visibilidade ao longo do seu governo.
Com base nas regras em vigor, nos personagens atuais e na manutenção da aliança de Marina com o PSB - o que poucos consideram provável -, ela terá dois caminhos, mantida a promessa de não disputar reeleição. Um deles é não disputar outro mandato e permanecer no cargo até o fim. Se a gestão estiver bem avaliada, terá máquina e popularidade para alavancar a candidatura do sucessor. Outra opção é se desincompatibilizar meses antes da eleição, para concorrer a outro cargo. O vice, Beto Albuquerque, assume e se torna, para o PSB, candidato natural.
Há, ao redor de Marina e nos partidos com experiência de poder, descrença quanto a várias dessas intenções. Uma das mais óbvias é que a promessa de não reeleição é conversa para dar tranquilidade, agora, aos candidatos de 2018. Mas que, uma vez no cargo, seus próprios assessores, aliados e partido não a deixarão abrir mão da prerrogativa. Outra é que, se for bem avaliada, não vai se desincompatibilizar para disputar outro cargo podendo ser reeleita presidente. "Não sejamos ingênuos. Ela falou isso porque precisa de voto para eleição. Se o povo pedir, será candidata", disse um aliado.
Se quiser acabar com o princípio da reeleição, Marina deverá sofrer pressão também das forças políticas dos Estados. A cada eleição, ao retomarem suas atividades no Congresso, parlamentares ensaiam propor o fim da reeleição, tal o desequilíbrio que o candidato com a caneta à mão provoca na campanha. Mas encontram, do outro lado, o obstáculo do eleito para o primeiro mandato que, chegada a sua vez, não quer abrir mão da chance de continuar.

ÓLEO E GÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

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ÓLEO E GÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL

CNPJ/MF: 07.957.093/0001-96

Companhia Aberta - BOVESPA: OGXP3 

Comunicado ao Mercado


Segunda e Terceira Séries do Financiamento DIP

Rio de Janeiro, 1º de setembro de 2014 - Óleo e Gás Participações S.A. - Em Recuperação Judicial (a "Companhia") (BM&FBOVESPA: OGXP3; OTC: OGXPY.PK) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em cumprimento ao Plano de Recuperação Judicial da Companhia e de determinadas subsidiárias da Companhia aprovados em 3 de junho de 2014, foi concluída a subscrição e o aporte da segunda série do Financiamento DIP, cujos principais termos foram divulgados pela Companhia no Fato Relevante de 7 de fevereiro de 2014.

O prazo para subscrição e aporte da terceira série do Financiamento DIP, cuja conclusão, de acordo com os termos e condições do Plano de Recuperação Judicial, estava prevista para 29 de agosto de 2014, foi suspenso por decisão do Juízo da 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro proferida na referida data, em virtude da apresentação de petição por determinados credores que embora tenham manifestado interesse em participar do Financiamento DIP não se qualificaram, na visão da Companhia, para a subscrição da terceira série, de acordo com os requisitos do Plano de Recuperação Judicial, e pleiteiam sua participação, não havendo, no entanto, qualquer prejuízo ou efeito para os credores que já subscreveram e integralizaram as debêntures referentes à terceira série do Financiamento DIP.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados acerca da evolução das negociações e demais eventos relevantes relacionados ao procedimento de recuperação judicial.

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MMX quer aumentar salários de executivos

Agenda do investidor para esta segunda-feira
Relatório Focus (Banco Central): Relatório semanal com as projeções econômicas do mercado com base em consulta a aproximadamente cem instituições financeiras. Balança Comercial (MDIC): Saldo da Balança Comercial brasileira na semana. Feriado nos EUA: Labor Day. Todos os mercados estarão fechados no mercado norte-americano.
MMX quer aumentar salários de executivos
A administração da MMX Mineração (MMXM3), mesmo em crise (suas ações já registram perdas de mais de 80% apenas neste ano), quer aumentar os salários de seus executivos. Em reunião marcada para o dia 15 deste mês a companhia tentará fazer seus acionistas concordarem com um aumento de 33% no montante global total da remuneração para os administradores da companhia no exercício de 2014, para R$ 25,62 milhões. Vale lembrar que a companhia já havia aumentado os salários de seus executivos no começo deste ano. Para a administração da MMX, a revisão do plano de remuneração decorre de ampla reestruturação administrativa da companhia, levando em consideração a revisão do plano anual de negócios em razão do atual estágio de suas atividades operacionais e da perspectiva econômico financeira do seu modelo de negócios.