segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Site sugere que iPhone 6 é mais vendido do que iPhone 6 Plus


Um gráfico do site MixPanel mostra que as vendas do iPhone 6 ultrapassam - e muito - as vendas de sua versão maior

Karen Carneti, de 
David Paul Morris/Bloomberg
iPhone 6 e iPhone 6 Plus lado a lado
Apple: segundo site, iPhone 6 representava cerca de 2,79% das vendas e a versão Plus apenas 0,35%
São Paulo - Apesar de os dados ainda serem prematuros, já que as vendas dos novos iPhones começaram há pouco mais de 24 horas, já existem informações de que o iPhone 6 está sendo mais vendido do que o iPhone 6 Plus.
Um gráfico do site MixPanel, que é constantemente atualizado, mostra que as vendas do iPhone 6 ultrapassam - e muito - as vendas de sua versão maior. O MixPanel é uma espécie de Google Analytics para aplicativos móveis e sites.
Seu Kit de Desenvolvimento de Software está em boa parte dos aplicativos na App Store e fornece informações para desenvolvedores de apps. 
Dessa forma, ele permite que o MixPanel reúna diversos dado, inclusive sobre o quão rápido as pessoas estão adotando o iOS 8 e quantos iPhones novos estão sendo vendidos.
Às 16 horas deste sábado (20), no horário de Brasília, o iPhone 6 representava cerca de 2,79% dos dispositivos vendidos, de acordo com o MixPanel. O iPhone 6 Plus, por sua vez, representava apenas 0,35%.

Bancos aumentam juros e recuperam margens


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A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em patamar elevado e uma concorrência menos acirrada por parte dos bancos estatais criaram condições para os bancos privados aumentarem os juros das operações de crédito.
De julho de 2013 a julho deste ano, segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros dos empréstimos para pessoas físicas e empresas passou de 19,09% para 21,36% ao ano. No mesmo período, o spread médio - a diferença entre o custo de captação dos bancos e as taxas cobradas - passou de 11,4 pontos para 13,05 pontos percentuais.
As instituições financeiras estão aproveitando a retração dos bancos estatais para recuperar margens de lucro nas operações de crédito. Desde 2008, a expansão do crédito na economia brasileira vinha sendo liderada pelo sistema financeiro público. Mais recentemente, o próprio governo decidiu ordenar moderação na concessão de crédito.
Nesse novo ambiente, a expectativa de analistas e executivos de bancos é que as grandes instituições consigam ampliar, nos próximos trimestres, a chamada margem líquida de juros, que é a diferença entre as receitas com operações de crédito e o custo de captação, deduzidas as despesas com provisão para devedores duvidosos.
Estudo recente do UBS mostra o efeito da redefinição de preços sobre a margem líquida dos bancos. O levantamento aponta que a margem líquida agregada em valores percentuais de Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, os três maiores bancos do país, subiu 38 pontos base entre o primeiro e segundo trimestres, de 6,42% para 6,80%. Para os próximos quatro trimestres, os analistas esperam avanço de mais 46 pontos nos três bancos.
A definição do cenário político também pode ter impacto nos juros. Segundo o executivo de um grande banco, as instituições planejam recalibrar para cima as taxas dos empréstimos se houver a percepção de que o novo governo, seja quem for o vitorioso da eleição, promoverá novo aperto monetário. Nesse caso, para evitar um descasamento entre o custo de captação futuro, que é majoritariamente pós-fixado, com as taxas cobradas dos clientes, em sua maioria prefixadas, os bancos tenderiam a se antecipar e iniciar uma nova rodada de alta dos juros já no quarto trimestre.

Agenda do investidor para esta segunda-feira

Agenda do investidor para esta segunda-feira
Relatório Focus (Banco Central): Relatório semanal com as projeções econômicas do mercado com base em consulta a aproximadamente cem instituições financeiras. Existing Home Sales: vendas de imóveis usados nos EUA. Balança Comercial (MDIC): Saldo da Balança Comercial brasileira na semana. 
Bolsas caem com discurso de ministro chinês
As principais bolsas de valores mundiais abrem em queda nesta manhã após Lou Jiwei, ministro da Fazenda da China, afirmar que o país não planeja qualquer intervenção em resposta à queda de indicadores econômicos, mesmo que isso afete o crescimento. A notícia não ajuda as ações da Vale (VALE5), que exporta a maior parte de sua produção de minério de ferro para a China.