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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eike e você, tudo a ver


Não é preciso ter ações da OGX para ter o bolso afetado pela especulação em torno dela. Saiba como o papel influencia o Ibovespa e os fundos de ações passivos

Por Fernando TEIXEIRA
A duplicação de 2,5% para 5% do peso das ações da OGX, do grupo EBX, no Índice Bovespa (Ibovespa) vai obrigar os administradores de fundos passivos de ações, que reproduzem o Ibovespa, a aumentar a exposição nesses ativos. Ao todo, os gestores de 204 fundos, cujo patrimônio total supera os R$ 10 bilhões, serão obrigados a comprar cerca de R$ 400 milhões em ações da OGX para enquadrar as carteiras às novas normas. Como resultado, os solavancos característicos da principal ação do chamado mundo X vão ficar mais perceptíveis para os cotistas. A volatilidade do papel chega a 85,35%, bem maior que a das ações da Petrobras PN, que está em 34,59%. 
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Um exemplo típico do comportamento dos papéis da petroleira de Eike Batista foi registrado na segunda-feira 6, quando a ação fechou em alta de 7,65%, embalada pelos rumores de que a empresa venderia parte de seus ativos para a malaia Petronas, confirmados na terça-feira 7. A alta não foi um movimento gradual. Ao contrário, a cotação fez vários zig zags e variou entre R$ 1,73 e R$ 1,97. “É um papel extremamente volátil e, com o aumento de sua participação, o Ibovespa ficará mais nervoso”, diz Adriano Moreno, analista da corretora baiana Futura Investimentos. Pela nova composição do índice, que entrou em vigor na segunda-feira 6, as ações mais relevantes são Vale PNA (8,59%), Petrobras PN (8,0%), OGX Petróleo ON (5,06%), Itaú Unibanco PN (4,40%) e Bradesco PN (3,47%).
Segundo Moreno, a carteira dos fundos indexados ao Ibovespa deve espelhar a composição do índice. A margem de manobra é estreita. Um fundo não pode ter menos de 5,01% ou mais de 5,11% em ações da OGX. “É muito peso para esse papel”, diz Adriano Gomes, professor da ESPM. Ele avalia que os investidores desses fundos correrão mais riscos. “A empresa não tem bons fundamentos financeiros e ainda não entregou os resultados prometidos”, diz. A perda de R$ 805 millhões no primeiro trimestre, ante os R$ 286 milhões no trimestre anterior, também não ajuda. Para complicar, lembra Gomes, o papel tem características especulativas. Eike Batista detém 61,09% das ações da OGX e os restantes 38,91%, que não fazem parte do bloco de controle e são conhecidos como free float, circulam livremente no mercado. 
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O volume médio diário de negócios, entre 2 de janeiro e 6 de maio de 2013, foi de R$ 287 milhões, para 28,27 mil transações. Para efeito de comparação, no mesmo intervalo, as ações do Itaú PN, quarta mais transacionada do índice, têm um volume médio de R$ 115,6 milhões para 12,48 mil negócios diários. “Cerca de 10% do free float deve ser negociado diariamente”, diz Gomes. “É muita troca de mãos para um ativo só.” Outro problema apontado por Gomes é que o Ibovespa é composto, em sua maior parte, por empresas de commodities. “Minério de ferro e petróleo somam quase 30% do peso do índice”, afirma. 
“Não há perspectivas de alta de preço para esses itens no curto prazo.” Ele lembra, por um lado, que está para começar o verão no Hemisfério Norte, o que reduz o consumo de combustível. Por outro, as expectativas são de que a China deverá demandar menos minério de ferro neste ano. Para Moreno, da Futura Investimentos, a nova composição da carteira, com a entrada de empresas menos expostas às oscilações das commodities, como BR Properties ON e Bradesco ON, vai influenciar pouco o rendimento do Ibovespa. “O peso desses papéis não chega a 1%”, diz. “Atualmente, varejo e serviços representam 70% da economia, e o Ibovespa não mostra com fidelidade o Brasil que dá certo.”
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quinta-feira, 16 de maio de 2013

FATO RELEVANTE OGX E MPX FIRMAM ACORDO PARA CESSÃO DE 50% DA PARTICIPAÇÃO EM 4 BLOCOS EXPLORATÓRIOS NA BACIA DO PARNAÍBA

FATO RELEVANTE
OGX E MPX FIRMAM ACORDO PARA CESSÃO DE 50% DA PARTICIPAÇÃO EM 4 BLOCOS EXPLORATÓRIOS NA BACIA DO PARNAÍBA

Rio de Janeiro, 16 de maio de 2013 - A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória  privada no Brasil, comunica ao mercado que firmou acordo (“Acordo”) com a MPX Energia S.A. (“MPX”), que tem como objeto a cessão para a MPX de participação de 50% nos blocos exploratórios terrestres PN-T-168, PN-T-153, PN-T-113 e PN-T-114 (“Blocos”), localizados na Bacia do Parnaíba, adquiridos pela OGX através da 11ª Rodada de Licitações organizada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizada em 14 de maio de 2013.
Clique aqui para acessar o Fato Relevante na íntegra.
SOBRE A OGX
Focada na exploração e produção de petróleo e gás natural, a OGX Petróleo e Gás SA é responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil. A OGX possui um portfólio diversificado e de alto potencial, composto por 26 blocos exploratórios no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba, e 5 blocos exploratórios na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería e Vale Inferior do Madalena. A área total de extensão dos blocos é de 4.600 km² em mar e cerca de 36.700 km² em terra, sendo 24.500 km² no Brasil e 12.200 km² na Colômbia. Além de contar com um quadro de profissionais altamente qualificados, a companhia possui sólida posição financeira, com cerca de US$1,15 bilhão (em março de 2013) para investimentos em exploração, produção e novos negócios. Em junho de 2008, a empresa captou recursos na ordem de R$6,7 bilhões em sua oferta pública de ações, no maior IPO da história da Bovespa até então. A OGX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infraestrutura. Para mais informações visite o site: www.ogx.com.br/ri
Aviso LegalEste documento contém algumas afirmações e informações relacionadas à Companhia que refletem a atual visão e/ou expectativa da Companhia e de sua administração a respeito do seu plano de negócios. Estas afirmações incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como “acreditar”, “prever”, “esperar”, “contemplar”, “provavelmente resultará” ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante. Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressas neste documento. Em nenhuma hipótese a Companhia ou seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos indiretos, lucros cessantes ou afins. A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações ou análise das diferenças entre as afirmações e os resultados reais. Cada investidor deve fazer sua própria avaliação, incluindo os riscos associados, pra tomada de decisão de investimento.
Contatos OGX
Investidores:
 Roberto Monteiro, roberto.monteiro@ogx.com.br
 Thomaz Freire, thomaz.freire@ogx.com.br
 Gabriel Browne, gabriel.browne@ogx.com.br
 +55 21 2163-6237
Mídia:
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 +55 21 2163-7568

COMUNICADO AO MERCADO HRT NOMEIA NOVO CEO PARA A HRT OIL & GAS

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COMUNICADO AO MERCADO
HRT NOMEIA NOVO CEO PARA A HRT OIL & GAS
Rio de Janeiro, 15 de maio de 2013 - HRT Participações em Petróleo S.A. (a "Companhia" ou "HRT") (BM&FBOVESPA: HRTP3, TSX-V: HRP) tem a satisfação de anunciar a nomeação do Sr. Nilo Chagas de Azambuja Filho como Diretor-Presidente da subsidiária integral, HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda. ("HRT O&G"), em substituição ao Sr. Milton Romeu Franke, empossado em 13 de maio de 2013 como Diretor-Presidente da HRT. Nilo Azambuja continuará ocupando, ainda, a Diretoria Técnica da HRT. 
Geólogo do Petróleo com PhD em Sedimentologia, Nilo Azambuja possui 30 anos de experiência na Petrobras, atuou como Diretor do Setor de Estratigrafia do Centro de Pesquisas da Petrobras/CENPES e como Gerente da Divisão de Exploração do CENPES. 
"Nilo Azambuja é um dos fundadores da HRT e teve um papel significativo na implementação da estratégia da Companhia. Sua nomeação ao cargo assegura a continuidade na gestão dos negócios da HRT O&G", afirma Milton Franke, Diretor-Presidente da HRT.
Clique aqui para acessar o Comunicado ao Mercado.
Para informações adicionais, entre em contato com a Área de Relações com Investidores da HRT.
Sobre a HRT
O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a Air Amazônia Serviços Aéreos Ltda. e a HRT Canada Inc.. A Companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia: oito blocos na Sub-Bacia de Orange e dois blocos na Sub-Bacia de Walvis. A HRT possui uma equipe composta por doutores e mestres em geologia, geoquímica, geofísica, biologia e engenharia, sendo a maioria deles ex-funcionários da Petrobras e da ANP. A HRT está comprometida em minimizar os possíveis impactos ambientais nos locais onde atua. O compromisso com as comunidades locais passa pela redução dos impactos das operações nas condições de saúde, segurança e qualidade de vida. Para mais informações acesse o site: www.hrt.com.br/ri.

COMUNICADO AO MERCADO RENÚNCIA DE MEMBRO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO


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COMUNICADO AO MERCADO
RENÚNCIA DE MEMBRO DO CONSELHO DE
ADMINISTRAÇÃO
Rio de Janeiro, 15 de maio de 2013 - A HRT Participações em Petróleo S.A. (a "Companhia" ou "HRT") (BM&FBOVESPA: HRTP3, TSX-V: HRP) anuncia a renúncia apresentada, em caráter irrevogável, pelo Sr. Stefan Alexander, através de carta endereçada ao Presidente do Conselho de Administração Sr. John Anderson Willott, ao cargo de membro do Conselho de Administração da HRT. 
O Sr. Stefan foi eleito na Assembleia Geral Ordinária realizada em 29 de abril de 2013, e informou deixar o cargo por motivos pessoais. A Companhia informa que o Conselho de Administração permanece composto por 10 membros, sendo 8 independentes.
Clique aqui para acessar o Comunicado ao Mercado.
Para informações adicionais, entre em contato com a Área de Relações com Investidores da HRT.
Sobre a HRT
O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a Air Amazônia Serviços Aéreos Ltda. e a HRT Canada Inc.. A Companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia: oito blocos na Sub-Bacia de Orange e dois blocos na Sub-Bacia de Walvis. A HRT possui uma equipe composta por doutores e mestres em geologia, geoquímica, geofísica, biologia e engenharia, sendo a maioria deles ex-funcionários da Petrobras e da ANP. A HRT está comprometida em minimizar os possíveis impactos ambientais nos locais onde atua. O compromisso com as comunidades locais passa pela redução dos impactos das operações nas condições de saúde, segurança e qualidade de vida. Para mais informações acesse o site: www.hrt.com.br/ri.

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