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junho 17, 2020

Mercado Financeiro desta quarta

JBS (JBSS3),A agência de rating Fitch elevou a classificação da JBS para ‘BB+’ de ‘BB’, com perspectiva ‘estável’.  

Segundo o relatório publicado pela Fitch, a elevação do rating reflete a resiliência dos negócios da JBS e os fundamentos de médio prazo, o refinanciamento de dívida implementado no ano passado que reduziu o custo de capital e alongou seu perfil de vencimento da dívida, forte posição de liquidez e fluxo de caixa livre, e níveis moderados de alavancagem em 2020.

A Helbor (HBOR3),A Helbor , incorporadora residencial e comercial, divulgou ontem à noite os resultados do primeiro trimestre de 2020 (1T20).  

A companhia teve lucro líquido de R$ 5,4 milhões no 1° trimestre deste ano. Dessa forma, a companhia reverte o prejuízo do 1T19 (R$ 39,2 milhões).  

O Ebitda foi de R$ 18 milhões. Esse valor representa crescimento de 256% em relação ao 1T19.  

A margem Ebitda ficou em 7%, variação positiva de 480 pontos base.

As Indústrias Romi (ROMI3), informou que seu Conselho de Administração em reunião realizada nesta terça, 16 de junho, aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP).  

O valor bruto é de R$ 6.285.764,70 com base na posição acionária em 22/06/ 2020.  

O valor por ação é de R$ 0,10 a ser pago até 16/11/2020. 

A partir de 23 de junho as ações passam a ser negociadas em “ex-JCP”.

Minerva (BEEF3), A companhia Compass Group aumentou a participação na Minerva (BEEF3) para 5,11%. A informação foi divulgada pela Minerva na noite desta terça, 16, em comunicado.  

O grupo britânico, que atua no setor alimentos, passou a deter 24 milhões de ações ordinárias da Minerva. 

De acordo com a companhia, as aquisições realizadas e a posição mantida não resultam e nem foram efetuadas com objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Minerva.

AES Tietê (TIET11), Dando prosseguimento ao interesse do BNDESPar em vender sua fatia na AES Tietê, a AES Corp. está interessada em comprar essa participação, segundo reportagem do jornal “Valor Econômico”. 

De acordo com a publicação, a AES contratou os bancos Credit Suisse e Goldman Sachs como seus assessores nessa tratativa. A participação, detida por meio da BNDESPar, é de 28,41%, correspondente a R$ 1,6 bilhão. Na terça-feira, a BNDESPar já havia informado que contratou a BR Partners como assessor financeiro para essa operação.

Neonergia (NEOE3), A Neoenergia tenta levantar junto ao BNDES um financiamento de até R$ 3,4 bilhões, segundo reportagem do jornal “Valor Econômico”. Os recursos serão destinados às distribuidoras Coelba (BA), Celpe (PE), Cosern (RN) e Elektro (SP). 

Os termos iniciais do empréstimo envolvem taxa de IPCA + 4,65% ao anos e prazo de 20 anos. A expectativa é fechar o financiamento até julho, o que irá garantir parte do investimento que as distribuidoras precisam realizar neste e no próximo ano.

Fras-le (FRAS3), A Superintendência do Cade aprovou o acordo sem restrições, segundo o despacho no Diário Oficial e parecer no site do órgão regulador. 

Em 17 de dezembro, o Conselho da Randon aprovou a compra da Nakata pela Fras-Le por R$ 457 milhões.

Sabesp (SBSP3), A Sabesp informou que assumiu o abastecimento de água em Mauá e prevê investir R$ 332 milhões. A companhia tem plano para executar obras de melhoria do fornecimento de água, dando mais segurança hídrica à população, combatendo as perdas e regularizando novas ligações de água. 

O contrato prevê investimentos que vão melhorar o abastecimento por meio da ampliação da rede de água e da implantação de reservatórios, além de obras para reduzir as perdas e regularizar
comunidades com novas ligações de água, beneficiando diretamente os cerca de 454 mil moradores da cidade, segundo a empresa.