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maio 06, 2020

Agenda economica

A turbulência no cenário político local e o novo recorde de mortes por Covid-19 no Brasil, que caminha para ser o novo epicentro da doença, relembram os investidores de que não basta se escorar no bom humor dos mercados internacionais. 
Ontem à noite, a Fitch foi além da Standard & Poor’s (S&P) e revisou para negativa a nota a perspectiva da nota de risco de crédito soberano (rating) do país, citando a piora das perspectivas econômicas e fiscais, bem como as renovadas incertezas políticas e em relação à duração da intensidade da pandemia de coronavírus por aqui. 
O depoimento do ex-ministro Sergio Moro trouxe poucas novidades e carece de provas, devendo ser visto com descrença nos mercados. 
A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu investigar os motivos para a troca da Superintendência da PF no Rio, feita ontem por Bolsonaro, em um desdobramento do inquérito aberto pelo STF. Ao mesmo tempo, a PGR avalia se Moro pode ser também contestado na área criminal e vê como improvável uma denúncia contra o presidente. 
Ou seja, por mais que os fatos ainda sejam incipientes, o ambiente político é pesado e os impactos dessa turbulência podem elevar a pressão nos ativos locais, provocando uma fuga do risco.