novembro 13, 2019

Mercado de quarta feira

C&A (CEAB3): O lucro da C&A cai 40,5% no terceiro trimestre, reportou lucro líquido de R$ 19,1 milhões no período.Sendo 40,5% menor do que no mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 32,1 milhões.Segundo a empresa, o resultado foi afetado pela adoção da norma contábil IFRS 16. Ao excluir o efeito, o lucro seria 2,7% menor na comparação anual.Nos 9 meses de 2019, a receita somou R$ 1,25 bilhão, um crescimento de 2,6% ante igual intervalo de 2018. No critério mesmas lojas — unidades abertas há pelo menos um ano — o aumento foi de 0,8%, contra uma alta de 5,4% no terceiro trimestre de 2018.No 3o. trimestre de 2019, ante igual período de 2018, a despesa operacional subiu 1,7%, para R$ 529,7 milhões e a despesa financeira líquida somou R$ 28,8 milhões, um crescimento de 30,7%.O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) totalizou R$ 189,9 milhões, alta de 64,7%..
BR Distribuidora (BRDT3):  BR Distribuidora encerrou o terceiro trimestre de 2019 com lucro líquido de R$ 1,336 bilhão, o que representou uma alta de 23,9% sobre o mesmo período do ano passado. Em nove meses, o lucro da companhia soma R$ 2,115 bilhões, alta de 33,2%.O Ebitda recuou 60,4% no trimestre e somou R$ 602 milhões. O Ebitda ajustado foi de R$ 771 milhões, alta de 22,1%, o que gerou uma margem de 2,4%, ante 3,2% no terceiro trimestre de 2018.A receita líquida da companhia chegou a R$ 24,36 bilhões, uma redução de 7,9%, e o resultado financeiro passou de R$ 353 milhões no ano passado para R$ 1,579 bilhão no terceiro trimestre deste ano. 
Eletrobras (ELET3, ELET6): A Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 716 milhões no terceiro trimestre de 2019, revertendo o prejuízo de R$ 2,26 bilhões observado no mesmo período de 2018.
Considerando o resultado das operações continuadas, ou seja, sem contar o desempenho do segmento das empresas de distribuição, que foram vendidas, esses ganhos reverteram as perdas de
R$ 1,248 bilhão. Em nove meses, a estatal elétrica apresentou um lucro líquido de R$ 7,624 bilhões, ante prejuízo líquido de R$ 404 milhões anotado de janeiro a setembro do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia somou R$ 2,76 bilhões, montante 303% maior que o reportado em igual etapa de 2018. A margem Ebitda cresceu 28 pontos porcentuais, passando de 10% para 38%. De janeiro a setembro, no entanto, o indicador cresceu apenas 4,3%, para R$ 7,053 bilhões. A margem Ebitda acumulada baixou 1,7 p.p., para 35%.
Embraer (EMBR3): A Embraer apresentou prejuízo de R$ 314,4 milhões no terceiro trimestre, uma perda seis vezes superior a registrada no mesmo período do ano passado, de R$ 52,3 milhões.O prejuízo líquido ajustado, excluído do Imposto de renda e contribuição social diferidos e também do impacto líquido, após imposto dos itens especiais que eventualmente tenham sido contabilizados no período, foi de R$ 191,7 milhões, ante perdas de R$ 73,8 milhões de um ano antes.O Ebitda atingiu R$ 75 milhões, uma queda de 83% na comparação anual, enquanto o Ebit ficou negativo em R$ 80 milhões revertendo desempenho positivo de R$ 208 milhões de um ano antes.A receita líquida teve crescimento de 2%, para R$ 4,692 bilhões, principalmente em função do maior número de jatos entregues tanto na Aviação Comercial quanto na Executiva, aliado ao crescimento de 3% na receita líquida de serviços & suporte.  
Yduqs (YDUQ3):  A Yduqs, antiga Estácio, teve um lucro líquido ajustado de R$ 194,3 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 4% na comparação com o mesmo período do ano passado.O Ebitda ajustado atingiu R$ 343,9 milhões, alta de 21,6%, com margem de 41,3%, ante 33,2% de um ano antes. A receita líquida somou R$ 833,1 milhões, queda de 2,3%. 
Sanepar (SAPR11):  A Sanepar, estatal de saneamento do Paraná, lucrou R$ 243,6 milhões no terceiro trimestre, 84,6% acima do registrado em igual período de 2018.A receita, por sua vez, teve alta de 13,4%, para R$ 1,18 bilhão, enquanto o Ebitda teve avanço de 36%, chegando a R$ 485,7 milhões. 
Biotoscana (GBIO33):  O grupo farmacêutico Biotoscana viu seu lucro líquido cair 5% no terceiro trimestre de 2019 frente o mesmo período de 2018, para R$ 12,1 milhões. Em moeda constante, contudo, ela teve avanço de 46% no lucro líquido, para R$ 25 milhões.Já a receita da companhia subiu 15%, para R$ 190,1 milhões,em meio ao impacto positivo dos produtos lançados recentemente, informou a companhia.O Ebitda, por sua vez, foi de R$ 32,2 milhões, alta de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. 
Enauta (ENAT3): A Enauta apresentou lucro líquido de R$ 41,9 milhões no terceiro trimestre, cifra 25% inferior à registrada no mesmo período do ano passado.O Ebitdax (Lucro antes do IR, contribuição social, resultado financeiro e despesas de amortização, mais despesas de exploração com poços secos ou sub-comerciais) somou R$ 188,3 milhões, alta de 60%, com margem de 59,6% (+6,3p.p.).A receita líquida atingiu R$ 316,2 milhões, aumento de 43%. A produção total avançou 3%, com alta de 69% em óleo e queda de 27% em gás.
São Martinho (SMTO3): A São Martinho teve lucro líquido, sem efeitos da norma IFRS 16, de R$ 92,8 milhões no segundo trimestre do ano fiscal de 2020, alta de 58,6% na base de comparação anual.A receita líquida subiu 19,7%, a R$ 770 milhões, enquanto o Ebitda ajustado foi de R$ 387,8 milhões, crescimento de 22,6%. A margem Ebitda ajustada totalizou 50,4%, variação positiva de 1,2 ponto percentual na mesma base de comparação. 
Even (EVEN3): A Even Construtora e Incorporadora , com atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul e foco nos empreendimentos residenciais com valor unitário acima de R$ 250 mil, anunciou seus resultados do terceiro trimestre de 2019 (3T19).No 3º trimestre o lucro líquido foi de R$ 16,4 milhões. Geração de caixa de R$ 84,2 milhões no 3T19, e R$274,3 milhões nos últimos 12 meses.
CPFL Energia (CPFE3): Teve lucro líquido de R$ 748 milhões no 3T19. Esse valor corresponde à alta de 19,4% em relação ao 3T18.O Ebitda foi de R$ 1,618 bilhão, crescimento de 4,5% no ano.De acordo com a companhia, o segmento de distribuição teve Ebitda de R$ 846 milhões no período, o que corresponde a alta de 17,8%. 
Equatorial Energia (EQTL3): Teve lucro líquido de R$ 549 milhões no segundo trimestre de 2019. Esse valor corresponde a alta de 121% em relação ao 3T18.“Entretanto, se ajustarmos pelos efeitos não recorrentes do trimestre, atingimos R$ 459 milhões, crescimento de 75%, fortemente influenciado pelo reconhecimento de resultados dos projetos de transmissão”, destacou a companhia. O EBITDA reportado da Equatorial atingiu R$ 1.094 milhões no 3T19, valor fortemente impactado pela prática contábil do IFRIC 15 aplicável aos novos ativos de transmissão e pelo início de consolidação de Alagoas, Piauí e Intesa, o que o que não ocorria no 3T18.“Se ajustarmos pelos efeitos não recorrentes do trimestre, assim como desconsiderarmos os novos ativos (que sejam: Piauí, Alagoas, Intesa e SPEs de Transmissão) o EBITDA da Equatorial teria atingido R$ 540 milhões, o que representa queda de 6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior”, explicou a empresa.
Wilson Sons (WSON33): A Wilson Sons (WSON33) O lucro líquido recuou 9,5% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2018, totalizando US$ 14 milhões.A receita líquida da companhia também caiu: 7% na mesma base de comparação, fechando o período entre julho e setembro em US$ 106,1 milhões.Já o ebitda da empresa recuou 11,6% sobre o resultado visto um ano antes — excluindo os efeitos do IFRS16 —, somando US$ 40,5 milhões.“Os resultados dos terminais de contêiner diminuíram, uma vez que o crescimento econômico do Brasil continua fraco”, afirmou a empresa em nota.
Trisul (TRIS3): teve lucro líquido de R$ 42,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, o que configura alta de 102% ante o mesmo período de 2018.Já a receita operacional líquida da companhia totalizou R$ 218,4 milhões, elevação de 42% na mesma base de comparação.O ebitda da empresa subiu 89%, para R$ 51,7 milhões. Com isso, a margem ebitda da companhia ficou em 25,3%, ante 20,2% no terceiro trimestre do ano passado.“Nos nove meses de 2019, concluímos os empreendimentos Origem Vila Madalena, Bella Bonina e Eldorado, Praça Estação Jandira – Fase 1, Royal Ipiranga, Synthesis Pinheiros, totalizando um VGV de R$ 460 milhões em 707 unidades”, disse a empresa em relatório.
MRV (MRV3): teve lucro líquido de R$ 160 milhões no 3T19. O valor é 8% menor que o do mesmo período do ano passado (R$ 174 milhões).A receita operacional líquida ficou em R$ 1,57 bilhão, o que corresponde a crescimento de 16,1% sobre um ano antes e pouco acima da projeção do mercado (R$ 1,53 bilhão). Foi também a maior receita operacional líquida da história da empresa. . 
Dividendos extraordinário MRV: A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) informou nesta terça, 12, que os dividendos extraordinários declarados pela Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada no dia 25 de abril de 2019, no montante total de R$ 327.896.570,78, terá o seu pagamento em duas datas distintas, ainda em 2019. Segundo a empresa, serão disponibilizados no dia 27 de novembro de 2019 a primeira distribuição dos dividendos extraordinários, no valor de R$ 163.948.285,39, sendo equivalente a aproximadamente R$ 0,37014261 por ação com base na posição acionária do dia 14 de novembro de 2019.  
Terão direito ao dividendo declarado as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 14 de novembro de 2019, respeitadas as negociações realizadas até esse dia, inclusive.  
As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 15 de novembro de 2019, inclusive.  
O pagamento dos dividendos no Brasil será realizado em moeda corrente nacional no dia 27 de novembro de 2019.  
“A data e as condições referentes ao segundo pagamento dos dividendos extraordinários, serão oportunamente anunciadas ao mercado pela companhia em um comunicado futuro”, esclareceu a MRV. 
JBS: Segundo a agência de notícias Reuters, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pediu propostas a bancos de investimento para iniciar a venda de sua participação na JBS (JBSS3). A informação é atribuída a fontes “com conhecimento do assunto”. Espera-se que as propostas sejam entregues nos próximos dias, segundo as fontes, e são o primeiro passo para a contratação de banco para realizar a oferta.O BNDES tem 21,32% das ações da JBS. 
fontes: infomoney, finance news