novembro 13, 2019

Giro econômico

Cenário externo  

Mercados… Índices de mercado asiáticos registraram variações predominantemente negativas, movimento liderado pelo Hang Seng (Hong Kong), que recuou -1,8% em função das manifestações vividas na região. Na zona do euro, bolsas abriram com a mesma tendência baixista verificada na Ásia, e o índice pan-europeu, STOXX 600, recua 0,6% até o momento. Nos EUA, índices futuros operam no vermelho, ensaiando uma abertura fraca em NY, enquanto o dólar (DXY) segue recuperando fôlego contra seus principais pares. Em relação às commodities, ativos acompanham viés dos mercados. O preço do petróleo (Brent crude) cai 1,2%, negociado abaixo dos US$ 61,50/barril. (por: Guide Investimentos) 
Pontos de tensão… A manutenção das incertezas e dos pontos de tensão que tem regido os mercados desde o início da semana voltaram a exercer pressão adicional sobre ativos de risco nesta 4ªF. Na Ásia, a escalada da violência verificada nos protestos de Hong Kong está levando o governo a cogitar o fechamento das escolas públicas, e voltou a ter um forte reflexo negativo nos mercados da região. Enquanto isso, após o discurso de Trump na tarde de ontem não revelar muito, investidores passam a mostrar uma maior cautela em torno da oficialização da 1ª fase do acordo comercial com a China. Por fim, a situação caótica vivida em países emergentes, com destaque para o Chile e para a Bolívia contribui para o sentimento de maior aversão ao risco, contaminando principalmente bolsas de países da América do Sul. (por: Guide Investimentos) 
Impasse tarifário… Segundo fontes do WSJ, o mais recente impasse vivido entre China e Estados Unidos tem como ponto central a questão de retirada - ou não retirada - de tarifas de importação já em vigor após a oficialização da 1ª fase do acordo comercial. De um lado, a China pede a eliminação das tarifas impostas em setembro pelos EUA, que atingem US$ 111 bilhões em importações de bens de consumo advindas do país asiático, em troca das diversas concessões presentes no novo entendimento. Estas envolvem a compra de produtos agrícolas americanos, a facilitação a operação de empresas americanas em solo chinês e ainda toca no tema de proteção à propriedade intelectual destas mesmas companhias. Na ponta oposta, o governo americano já havia oferecido a suspensão das tarifas previstas para passarem a valer no dia 15 de dezembro, mas parece querer mais da China para acatar a mais nova exigência por entender que as tarifas de setembro têm um peso maior e podem ser usadas para influenciar as negociações a favor dos EUA posteriormente. Em função disso, as negociações parecem estar travadas, e devem seguir gerando volatilidade adicional até que estes pontos sejam resolvidos. (por: Guide Investimentos). 
Discurso do chefe do BC Americano… Nesta quarta-feira às 13h o presidente do Banco Central americano, Jerome Powell, faz um discurso. Os investidores estarão de olho se ele fornecerá pistas sobre o rumo dos juros nos EUA.. (por: financenews). 

■ Brasil  

Brics... O presidente Jair Bolsonaro se reúne em Brasília com os líderes do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.A programação da 11ª Cúpula do Brics vai até quinta, 14, no Palácio Itamaraty.  
Na pauta da cúpula então temas como futuro do bloco; crise na Venezuela; crise na Bolívia; série de protestos em Hong Kong e na Caxemira; e mudanças climáticas. Bolsonaro também terá reuniões separadas com cada chefe de Estado ou de governo do bloco.  (Por finance news) 
Aliança pelo Brasil... Será este o nome do novo partido do presidente. Agora, surge a seguinte pergunta: Quanto tempo levará Bolsonaro para erguer a nova sigla? O partido Novo, fundando em fevereiro de 2011, demorou mais de 4 anos e ½ para sair do papel. O PSD, que foi criado pelo Gilberto Kassab, foi erguido em pouco mais que 6 messes. Será que o presidente consegue superar esta marca? (por Guide Investimentos)  
■ Commodities  
Minério de ferro: Os contratos futuros mais líquidos do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian, na China, tiveram alta de +2,45% a 607 iuanes.  
Petróleo:  WTI: -0,86% (US$ 56,31), Brent: -1,16% (US$ 61,34)
Ouro: Os contratos de referência do Ouro, com vencimento em dezembro:  a US$ 1.466,25, alta de  +0,86%.