September 10, 2019

Nosso mercado ....affff.....

Se há uma coisa que atrai os especuladores, é a volatilidade. Quando os ativos se movimentam com violência para cima ou para baixo, é aí que surgem boas oportunidades de lucro. Só que isso não acontece neste momento. 
   
Aqui no Brasil,  , seja em seus twitters, Jair Bolsonaro  resolve insultar estadistas de outros países.
Resultado de imagem para as besteiras do presidente charge
   
Ofende a primeira-dama da França, Brigitte Macron, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o provável futuro presidente da Argentina, Alberto Fernández, de graça. Simplesmente de graça.

   
Como se não bastasse, desautoriza Ricardo Galvão, diretor do Inpe, por ter afirmado o óbvio: a floresta amazônica está sendo dizimada para extração de madeira e ouro, criação de pastos e plantio de soja.

   
Nos Estados Unidos, os arrazoados de Trump ainda causam certo espanto, por se tratarem de novidade. No Brasil, ao contrário, já virou piada desde que Lula assumiu em 2003: “Minha mãe nasceu analfabeta”, disse ele. Veio então Dilma que falou em estocar o vento. Com um intervalo de 853 dias, nos quais trocamos os disparates pelas mesóclises, as asneiras vêm agora do capitão-presidente.

   

“Hitler era de esquerda”, ele proclamou ao visitar o museu do Holocausto em Israel.

   
Concluindo: essas bobagens já não afetam mais os mercados, que se acostumam com tudo. O que pesará daqui pra frente serão as taxas de juros, o avanço nas reformas e no programa de privatização, além de IPOs atraentes.

   
Nos Estados Unidos, logo o grande fundamento se resumirá às eleições presidenciais do dia 3 de novembro de 2020. Aí, sim. Cada palavra do candidato à reeleição vai se transformar em voto ganho ou perdido.

Vamos a diante o Brasil sempre foi maior que tudo isso!