Pela nona vez, Copom mantém Selic em 6,5%

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (8) manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,5% ao ano.

Esta é a nona vez seguida que a taxa Selic é mantida neste patamar, o menor da série histórica. A manutenção do percentual já era esperada pelo mercado financeiro.

A Selic serve como referência para as demais taxas cobradas de famílias e empresas.
Em comunicado ao mercado, o Copom argumentou que a atualização do cenário básico pode ser descrito com as seguintes observações – que indicadores recentes da atividade econômica sugerem que o arrefecimento observado no final de 2018 teve continuidade no início de 2019. “O cenário do Copom contempla retomada do processo de recuperação gradual da atividade econômica”, diz o texto do comunicado.

Para o Comitê, o cenário externo permanece desafiador. “Por um lado, os riscos associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas mostram-se reduzidos no curto e médio prazos. 

Por outro lado, os riscos associados a uma desaceleração da economia global permanecem”, argumenta. Ao mesmo tempo, o Comitê avalia que diversas medidas de inflação subjacente encontram-se em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. 

                               Mercado com a YBBRIO

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  • Telefônica (VIVT4): A Telefônica registrou um lucro líquido de R$ 1,387 bilhão no primeiro trimestre deste ano, um desempenho 26,3% superior ao do mesmo intervalo do ano passado. O Ebitda somou R$ 3,903 bilhões, alta de 2,9%, com uma margem se expandindo 0,4 ponto porcentual, para 35,6%....
  • Vale (VALE3): A Vale vai divulgar hoje após o fechamento do mercado os seus resultados do primeiro trimestre, quando deverá reportar os impactos da tragédia de Brumadinho. Ontem à noite antes da divulgação, a mineradora atualizou ontem suas projeções para produção de níquel e cobre para 2019, juntamente com o relatório de produção divulgado pela manhã....
  • MRV (MRVE3): A MRV registrou lucro líquido de R$ 189 milhões no primeiro trimestre de 2019, cifra 18,2% maior em comparação com o mesmo intervalo de 2018. A companhia segue se beneficiando da ampliação dos lançamentos e das vendas, com consequente ampliação da receita e diluição das despesas. O Ebitda somou R$ 273 milhões, alta 19,2%. A receita operacional líquida atingiu R$ 1,509 bilhão, expansão de 22,7%....
  • Aliansce (ALSC3): A Aliansce Shopping Center terminou o primeiro trimestre de 2019 com lucro líquido consolidado contábil de R$ 30,115 milhões, alta de 333,2%. A empresa informou ainda um lucro líquido gerencial, de R$ 27,788 milhões, alta de 334,4%. O Ebitda ajustado somou R$ 90,992 milhões, avanço de 6,7%. A receita líquida consolidada contábil totalizou R$ 127,272 milhões, alta de 7,5%....
  • CSN (CSNA3): A CSN registrou um lucro líquido de R$ 86,763 milhões no primeiro trimestre deste ano, um desempenho 94% inferior ao reportado no mesmo período do ano passado, que somou R$ 1,486 bilhão....
  • Banco do Brasil (BBAS3): O Banco do Brasil fechou o primeiro trimestre com um lucro líquido ajustado de R$ 4,25 bilhões, uma alta de 40,3% sobre o mesmo período do ano passado. O resultado também ficou acima da maior projeção dos analistas consultados pela Bloomberg, que era de lucro de R$ 3,88 bilhões....
  • Braskem (BRKM5): A Braskem informou ontem que tomou conhecimento hoje do relatório apresentado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) sobre o fenômeno geológico ocorrido em Maceió (AL). O Ministério Público Estadual (MPE) e a Defensoria Pública de Alagoas acusam as operações da empresa de estarem entre os potenciais motivos para o aparecimento de rachaduras e crateras em residências em Maceió....
  • Cielo (CIEL3): Em meio à guerra das maquininhas de cartão, o presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, disse ao Estadão que, sob ataque, empresa não vai virar uma nova Kodak. Segundo ele, a empresa caminha para ser -menos maquininha e mais tecnologia-....

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