January 24, 2019

A “gestão ativa” e agressiva no longo prazo não necessariamente geram maior valor ao cotista .

Análises estatísticas, econômicas, econométricas, qualitativas, todas podem ser utilizadas para melhor modelar e testar os níveis de eficiências de nossos  fundos. 
Alexandre Yokoyama
Ceo
Lembrando que entendemos eficiência como o nível de risco que cada fundo se expõe, e para tal ser compatível ao nível de retorno oferecido alguns estudos demonstram que a  “gestão ativa” e agressiva no longo prazo não necessariamente geram maior valor ao cotista .
Podemos oferecer aos nossos investidores um potencial de ganho de longo prazo enormes, acessando diversas classes de ativos, com a inteligência de gestores atentos ao mercado e que não seria possível para o investidor, de forma autônoma, montar todas estas posições e acompanhá-las com consistência.
Os  fundos são responsáveis por mais de 3 trilhões de dólares flutuando ao redor do globo, comprando, vendendo, especulando, arbitrando todos os ativos imagináveis, possuindo papel central no desenvolvimento do mercado financeiro moderno, em especial na provimento de liquidez a todo o sistema e tomada de risco em várias operações que usualmente os agentes não tomariam. 
Assim tentamos operar com os melhores ativos para nossos investidores atuando com um  mercado  na sua forma mais cristalina, onde a lógica é buscar ótimos ativos com bom rendimento no seu desempenho final.