Produção de petróleo tem alta de 5,2% em outubro

A produção de petróleo no Brasil atingiu,em outubro,2,614 milhões de barris por dia, uma alta de 5,2% na comparação com setembro e um recuo de 0,5% frente a outubro do ano passado. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (3) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A produção de gás natural nos campos do país foi recorde, com 117 milhões de metros cúbicos diários em outubro, alta de 3,7% ante setembro e de 2,1% na comparação com outubro do ano passado. O aproveitamento de gás natural no Brasil no mês de outubro alcançou 97,4% do volume total produzido. Foram disponibilizados ao mercado 65,2 milhões de metros cúbicos por dia, enquanto a queima de gás totalizou 3 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de 3,1% se comparada ao mês anterior e de 11,1% em relação a outubro de 2017.

No total, a produção de óleo e gás no Brasil foi de 3,35 milhões de barris de óleo equivalente por dia (BOE/dia).
No pré-sal, a produção em outubro foi de 1,84 milhão de BOE/dia, 3,2% a mais que em setembro. Foram produzidos 1,471 milhão de barris de petróleo por dia e 58,5 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com produção média diária de 899 mil barris de petróleo e 37,9 milhões de m³ de gás natural. Os campos marítimos produziram 95,9% do petróleo e 78,4% do gás natural. A produção ocorreu em 7.399 poços, sendo 716 marítimos e 6.683 terrestres e os campos operados pela Petrobras produziram 92,7% do petróleo e gás natural.
Fonte: G1

O mercado financeiro se deu conta de que a trégua passageira firmada entre Estados Unidos e China mais prolonga as incertezas em relação à guerra comercial do que elimina um dos focos de tensão atual nos negócios globais. Com isso, teve fôlego curto o rali dos ativos de risco ontem - no Brasil, o dólar seguiu acima da faixa de R$ 3,80. E hoje os investidores também devem reduzir o apetite, diante da inesperada pausa em Wall Street amanhã.

A morte do “Bush pai” na noite da última sexta-feira, aos 94 anos, interrompe o pregão nas bolsas de Nova York nesta quarta-feira, em respeito ao Dia Nacional do Luto, que homenageia o presidente norte-americano que selou o fim da Guerra Fria e saiu vencedor na Guerra do Golfo. O depoimento do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Congresso, previsto para amanhã, também foi cancelado e ainda não há nova data.

Já nesta terça-feira a agenda econômica no exterior está esvaziada, trazendo apenas as vendas de veículos pelas fabricantes norte-americanas em novembro. Na Europa, sai o índice de preços ao produtor (PPI) em outubro, pela manhã. No fim do dia, na Ásia, saem dados sobre a atividade no setor de serviços na China e no Japão.
Com isso, os investidores aproveitam para avaliar se a reação positiva do mercado financeiro ao cessar-fogo entre as duas maiores economias do mundo não foi exagerada ou se ainda há uma “janela de oportunidade” para engatar um rali de fim de ano, considerando-se também o tom mais suave (“dovish”) do Federal Reserve em relação à alta de juros. A questão é que para ir além, os ativos precisam de um gatilho mais potente.

Por ora, parece que a festa acabou. As bolsas asiáticas tiveram uma pausa, com oscilações laterais em Hong Kong (-0,2%) e em Xangai (+0,4%), ao passo que Tóquio teve queda firme de mais de 2%, em meio ao fortalecimento do iene. A moeda norte-americana perde terreno para as demais moedas rivais, como o euro e a libra, diante da suspensão de novas tarifas nos próximos 90 dias, abrindo espaço para uma valorização do petróleo.
Fonte: ADVFN
Recomendações do dia
Ambev (ABEV3): A equipe de analise do UBS reduziu o preço-alvo da Ambev de R$ 17 para R$ 15,5. A recomendação de venda foi mantida.

ABC Brasil (ABCB4): Os analistas do BTG Pactual elevaram o preço-alvo do ABC Brasil de R$ 19 para R$ 22 no final de 2019.

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