Giro pelo mercado com Alexandre Yokoyama


Selic mantida em 6,5% a menor da história
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (12) manter a taxa básica de juros da economia em 6,5% ao ano.


Esta foi a última reunião do Copom neste ano.

A manutenção da taxa Selic, pela sexta vez consecutiva, já era esperada pelo mercado financeiro. Este é o menor patamar desde o início do regime de metas para a inflação, adotado em 1999.


Com a inflação sob controle, a expectativa das instituições financeiras é que a taxa de juros começará a ser elevada gradualmente pelo Copom a partir de setembro do ano que vem, alcançando 7,5% ao ano no fim de 2019.fonte:G1

 A vitória de Theresa May no Parlamento britânico retira um dos focos de preocupação recente do mercado financeiro e abre espaço para os investidores estenderem para hoje a retomada do apetite por ativos de risco observada ontem, após notícias que reduziram a tensão entre Estados Unidos e China. 

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa Selic em 6,5% pela sexta vez seguida, sinalizando juros baixos por um período prolongado, também deve ajudar a dar ritmo aos negócios locais.

No exterior, a primeira-ministra britânica sobreviveu ao voto de desconfiança sobre a liderança dela, vencendo com 200 votos a favor e 117 contra, o que dá uma sobrevida ao governo May de mais um ano e também fortalece as negociações do Reino Unido com a União Europeia (UE) em relação ao Brexit. Theresa precisava de 159 votos para continuar no cargo.


Em reação, a libra esterlina ganha terreno e é cotada acima da faixa de US$ 1,25, com a vitória de May fortalecendo o movimento de recuperação dos ativos visto ontem, em meio às perspectivas de melhora nas relações comerciais sino-americanas. Os índices futuros das bolsas de Nova York também seguem no campo positivo nesta manhã, indicando mais um dia de alta, apesar de certa desaceleração em Wall Street ontem no período da tarde.


As bolsas asiáticas também tiveram um dia de ganhos, com altas ao redor de 1% em Xangai, Hong Kong e Tóquio, ao passo que as principais bolsas europeias caminham para uma abertura no azul. Nos demais mercados, o dólar recua em relação às demais moedas, em meio à estabilização no rendimento dos bônus norte-americanos. O petróleo também avança.


Além da notícia favorável vinda do Reino Unido, também ajuda a manter o otimismo no mercado financeiro os sinais de redução das tensões comerciais entre EUA e China, após a executiva chinesa da Huawei ter sido libertada, com o presidente Donald Trump sugerindo que poderia usar sua influência no cargo para acalmar a situação. Por sua vez, Pequim também sugere que irá facilitar o acesso ao seu mercado consumidor, anunciando a primeira compra considerável de soja dos EUA desde o início das tarifações entre os dois países. Fonte:advfn

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