China volta a espalhar preocupações , a indústria na China cresceu 5,4% no mês passado em relação a um ano

Dados fracos de atividade na China voltam a espalhar preocupações sobre o crescimento da segunda maior economia do mundo, afetando principalmente os países emergentes. A produção industrial e as vendas no varejo chinês em novembro mostraram renovada fraqueza, impactando o mercado financeiro nesta sexta-feira.
A indústria na China cresceu 5,4% no mês passado em relação a um ano antes, desacelerando-se ante a alta de 5,9% em outubro e também ficando abaixo da previsão de manutenção do ritmo de expansão. Trata-se do menor número do setor industrial chinês desde o início de 2016.
Já o comércio varejista avançou no ritmo mais lento em 15 anos, em 8,1%, também menos que o verificado no mês anterior (+8,6%) e que o esperado (+8,8%). Por sua vez, os investimentos em ativos fixo não rurais tiveram alta de 5,9% no acumulado de janeiro a novembro, acelerando-se em relação ao aumento de 5,7% no período até outubro.
Os números resgataram o temor dos investidores quanto à perda de tração da economia global em 2019, com a guerra comercial prejudicando o desempenho e criando um cenário desafiador para os líderes políticos em Pequim, que se reúnem na próxima semana para definir o tom do ano que vem, em meio às celebrações pelos 40 anos de reforma e abertura da China ao mundo.Fonte:advfn
Recomendações do dia
Cielo (CIEL3): Se baseando no atual cenário do mercado financeiro, a equipe de análise da XP Investimentos optou por cortar o preço-alvo da Cielo em 37%, passando de R$ 19 para R$ 12. A recomendação se manteve neutra.

Porto Seguro (PSSA3): Os analistas do Bradesco BBI elevaram o preço-alvo da Porto Seguro para R$ 52 no fim de 2019.

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