Captação domestica registra no ano volume de R$196,0 bilhoes.

Captação doméstica registra no ano volume de R$ 196,0 bilhões

Até novembro deste ano, as emissões no mercado de capitais somaram R$ 196,0 bilhões, 7,0 % acima do registrado no mesmo período do ano passado – R$ 183,2 bilhões. Os ativos de renda fixa concentraram a maior parte das emissões. As debêntures mantêm o protagonismo do segmento em 2018, com um volume emitido de R$ 126,7 bilhões, o que corresponde à 65,0% do total emitido. As Notas promissórias vêm em seguida com um volume de R$ 25,2 bilhões.
Os papéis de securitização – CRI, CRA e FIDC - não vem conseguindo mostrar recuperação, juntos somam R$ 20,6 bilhões contra R$ 37 bilhões em relação ao mesmo período de 2017, um recuo de 44%. Já na renda variável a performance em 2018 vai indicando ser a pior da série histórica. O volume emitido registrado (IPOs + Follow ons) foi de R$ 6,9 bilhões, concentrado em quatro emissores e com sete operações (quatro emissões primárias e mais três distribuições secundárias em abril).
O montante expressivo de emissões que foram antecipadas este ano decorrente do calendário eleitoral resultou em um baixo volume emitido no mercado de capitais doméstico em novembro, R$ 3,9 bilhões, o pior resultado mensal desde fevereiro de 2016, e que corresponde à uma queda de 61,0 % em relação ao ocorrido em outubro. As emissões de debentures totalizaram R$ 2,3 bilhões contra R$ 6,4 bilhões do mês anterior, o que equivale à uma redução de 64,0%. Fonte: Anbima

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