PIB avança 1% no 3.trimestre


A economia acelerou e registrou crescimento de 1% no terceiro trimestre, na comparação com o segundo trimestre, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (22).

"Esta é a sétima taxa positiva consecutiva desde o fim da recessão. Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, na série sem ajuste sazonal, a taxa foi de 1,7%. 

Nesta comparação, todos os componentes do PIB, tanto pela ótica da oferta quanto pela ótica da demanda, apresentaram resultados positivos, à exceção da construção", destaca a FGV.
Somente em setembro, o PIB teve alta de 0,4%, na comparação com agosto.

O resultado oficial do PIB do 3º trimestre será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 30 de novembro.fonte:G1 

Emprego 
O Brasil gerou 57.733 empregos com carteira assinada em outubro deste ano.
As informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgadas pelo Ministério do Trabalho.

Segundo o governo federal, foram criados 790.579 empregos com carteira assinada em todo o país no período de janeiro a outubro deste ano.fonte:G1 

Pré Market O feriado mais importante nos Estados Unidos - Thanksgiving - é celebrado hoje, o que prejudica a liquidez nos mercados mundo afora. Com isso, os negócios devem se arrastar ao longo do dia, com o volume financeiro mais fraco distorcendo o comportamento dos ativos, sem que haja uma sinalização clara de tendência para o dia.

E esse movimento tende a se estender até amanhã, durante a Black Friday, quando as bolsas de Nova York encerram o pregão mais cedo, deixando o giro de negócios ainda bastante baixo. A recuperação dos ativos de risco ontem, devolvendo parte das perdas verificadas no exterior um dia antes, ainda está longe de estabilizar a situação.
A sessão na Ásia seguiu a melhora em Wall Street, mas o desempenho foi fraco, com as bolsas da região oscilando entre altas e baixas, com o volume de negócios já bem reduzido.

Na Europa, as principais praças financeiras também caminham para uma sessão esvaziada, monitorando as discussões envolvendo a Itália, que ainda parecem longe de um consenso.
Este tema contribuiu para manter frágil o sentimento dos investidores em relação ao risco e soma-se às preocupações com o impacto da guerra comercial no crescimento econômico global, bem como à pressão de Donald Trump para que o Federal Reserve deixe de aumentar os juros, à medida que o mercado de crédito corporativo nos EUA entra no radar.

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