estratégia polemica

 
 
 
 
 
 
 
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 Vai ter rali de fim de ano?
Também estive de olho nas ocorrências do noticiário econômico e corporativo, afinal, o ano só termina quando acaba.
Acaba com rali de fim de ano?
Pouco provável.
Embora haja alguma euforia momentânea por conta da alta do petróleo, movimentação dos fundos de pensão no vermelho com ações de estatais ou mesmo um movimento de militantes políticos para tentar inflar as ações da Petrobras, fato é que os fundamentos têm se deteriorado e o Ibovespa acumula queda de mais de 10% em dezembro.
Que 2014 termine logo.
 Se bem que...
O relatório Focus ainda aponta projeção de crescimento de 0,69% para a economia brasileira em 2015.
No noticiário do dia, temos aumento na taxa de desemprego, rombo de R$ 9,3 bilhões nas contas externas em novembro, prévia da inflação (IPCA-15) acima das projeções...
E como fica a “parcimônia” do Banco Central?
Sim, o IPCA-15 reforça o prognóstico de novo aumento de 50 pontos na Selic.

 
Reforçando
Cresceremos 0,1%, se crescermos, em 2014.
Em 2015, retirando as políticas de incentivos, com ajuste fiscal, com juros mais elevados e o um cenário econômico que se agrava, cresceremos quanto mesmo?
A propósito, o ajuste fiscal já começou!
Só que não.
Para cortar os gastos públicos na carne, nada melhor do que começar com um reajuste gordo, beeeem acima da inflação, nos salários de deputados, senadores, presidência, parlamentares, STF...

 A janela de oportunidade (dos longoprazistas)
Dentre as realizações legais que conseguimos ao longo deste ano, uma delas veio aos 45 do segundo tempo. Confesso que sempre admirei a metodologia de gestão da Tarpon Investimentos, uma das maiores gestoras de recursos do Brasil, com US$ 4 bilhões sob administração. Hoje, tenho orgulho de ter a Tarpon participando de nossa série Conversas com Gestores.
Os caras lá não estão muito otimistas com a economia para o próximo ano.
Se bem que...
“Talvez nos próximos dois anos teremos um período difícil de retorno, porém será um bom momento para montar um portfólio muito vitorioso para os próximos cinco anos.”
Com uma base de investidores sofisticada, a Tarpon contou como os estrangeiros veem o Brasil: ao olhar o Brasil de 1994 e o de hoje, nota-se que há uma grande potência, ainda com problemas graves.
O investidor de longo prazo percebe uma melhora e, portanto, fica menos em pânico quando a economia vai mal em um, dois, três anos.
Ao mesmo tempo, pensa: “será que não vão aparecer oportunidades?”.
Tem gente na espreita.

O problema?
Bancos de investimentos e corretoras não mantêm cobertura do submundo das micro-ações, pois não geram volume de negócios expressivos para suas instituições, o que torna muito difícil você ter um alerta do timing certo desses movimentos extraordinários...

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