Novo corte: BB, Bradesco e Itaú rebaixados

Agenda do investidor para esta quarta-feira
IPC (Índice de Preços ao Consumidor): mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos. Sondagem do Consumidor (FGV): índice que mede através de questionários a famílias as principais capitais do Brasil sobre situação econômica do país e da família, orçamento doméstico, grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor. Sondagem da Construção: conjunto de informações usadas no monitoramento e antecipação de tendências econômicas do setor. INCC-M: índice que mede a evolução dos custos de construções habitacionais nas principais capitais do Brasil. Durable Goods Orders: pedidos de bens duráveis que indicam o nível de atividade da indústria nos EUA. Nota de Política Monetária (BACEN): dados sobre a evolução dos agregados monetários (papel moeda, depósitos, câmbio entre outros) e operações de crédito do sistema financeiro. EIA Petroleum Status Report: saldo semanal do estoque de barris de petróleo nos EUA. Fluxo Cambial (Banco Central): saldo semanal das entradas e saídas de capital estrangeiro no Brasil.
Novo corte: BB, Bradesco e Itaú rebaixados
Após a nota de crédito do Brasil ser rebaixada em um nível pela agência de classificação de riscos Standard & Poor's no começo desta semana, a agência anunciou um rebaixamento geral de companhias ligadas ao setor financeiro nacional. Entre as listadas na bolsa de valores de São Paulo então o BANCO DO BRASIL (BBAS3), BRADESCO (BBDC4), ITAÚ UNIBANCO (ITUB4), BANCO NORDESTE (BNBR4), SANTANDER BRASIL (SANB11) e SULAMÉRICA (SULA11). Nem mesmo a Caixa Econômica Federal e o BNDES escaparam de serem rebaixados pela S&P. Segundo a agência, essas instituições financeiras estão muito expostas à dinâmica da economia brasileira e muito dependentes do valor dos títulos de dívida do governo nacional.

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