O novo voo da BRF: .... Pedro Parente

O novo voo da BRF: 
O presidente da Petrobrás, Pedro Parente, substituirá Abilio Diniz no comando do conselho de administração da BRF, dona de Sadia e Perdigão. O executivo confirmou nessa quarta-feira, 18, que aceitou o convite, feito pelos principais sócios. Com isso, abriu-se caminho para um acordo entre os maiores acionistas da BRF, que estavam em disputa aberta pelo comando da empresa de alimentos há dois meses. Parente vai continuar na presidência da estatal após a eleição para comandar o colegiado da BRF.
Em jogo está a condução da estratégia de negócios da maior exportadora de frango do mundo, que vive uma profunda crise. Desde 2016, a empresa apresenta prejuízo, foi alvo de escândalos, como a Operação Carne Fraca, vem sofrendo restrições à venda no exterior e perdendo espaço no País. A companhia, avaliada em R$ 18,7 bilhões, já perdeu R$ 13,7 bilhões em valor de mercado nos últimos 12 meses. Nessa quarta-feira, as ações fecharam a R$ 23,04, com alta de 9,51%.
O acerto ocorre a uma semana da assembleia de acionistas, marcada para o dia 26, que escolherá um novo conselho para mandato de dois anos. É nessa reunião que o nome de Parente deverá ser aprovado.(fonte:isto é dinheiro)

Pré Market: 
O rali dos metais básicos continua lá fora, mas os mercados internacionais já não mostram tanto fôlego para esticar os ganhos. Após uma sessão positiva na Ásia, as principais bolsas europeias oscilam na linha d’água, ao passo que os índices futuros das bolsas de Nova York sofrem para encontrar uma direção nesta manhã. Desse modo, fica a sensação de que o comportamento de ontem da Bolsa brasileira e do dólar significa mais volatilidade – e não uma tendência.
A agenda econômica segue fraca nesta quinta-feira, o que tende a deixar os mercados financeiros novamente mais soltos, em busca de uma disposição mais firme, embora o vaivém tenha sido a marca recente dos negócios pelo mundo. A conferir, então, se irá predominar mais um dia em que “no news is good news” – o que favoreceu ontem a retomada por ativos de risco.
A amenização das situações geopolíticas e comerciais no exterior combinada com resultados favoráveis nos balanços das empresas nos Estados Unidos tem garantido certa resiliência aos mercados internacionais e, principalmente domésticos, em meio às incertezas no contexto político e jurídico no Brasil. Por isso, a Bolsa segue orbitando em torno dos 80 mil pontos e o dólar, na faixa de R$ 3,40 – ora em alta, ora em baixa – sem nenhum fluxo novo.

Comentários

.