Destaques do Dia

Aviso aos Acionistas
Hypermarcas inicia pagamento de Juros sobre Capital Próprio nesta quarta-feira, 9 de janeiro.

Nesta quarta-feira (9), a Hypermarcas (HYPE3) dará inicio ao pagamento de seus Juros sobre Capital Próprio (“JCP”) no montante total de R$ R$581.298.670,52 (quinhentos e oitenta e um milhões, duzentos e noventa e oito mil, seiscentos e setenta Reais e cinquenta e dois centavos), equivalente a R$ 0,92 por ação ordinária, sujeito à retenção de 15% no Imposto de Renda Retido na Fonte, exceto para aqueles que comprovaram ser isentos ou imunes.

O pagamento será realizado nesta quarta-feira e contemplará a base acionária do dia 28 de dezembro de 2017. A partir do dia 02 de janeiro, as ações da companhia passaram a ser negociadas como “ex-juros”.

Para os acionistas que informaram os seus dados bancários ao Banco Bradesco, o pagamento será feito por meio de débito/crédito em conta. Para aqueles que não informaram, o valor poderá ser retirado nas agências do Bradesco.
Destaques do Dia
A expectativa de manutenção da trajetória de recuperação da atividade econômica global, com inflação benigna e sob controle, tem sustentado um rali nos mercados internacionais neste início de ano, mas esse prognóstico se contrasta com o cenário no Brasil. Apesar de os negócios locais começarem 2018 surfando no bom humor externo, a questão política e fiscal deve passar a ter mais peso.

Como se já não bastassem as incertezas quanto à aprovação de novas regras na Previdência e à continuidade de uma agenda de reformas após as eleições, os investidores não conseguem esconder o desconforto com a chamada “regra de ouro” do gasto público. A medida impede o governo de emitir títulos da dívida para pagar despesas, empurrando gastos correntes, como de pessoal e manutenção, para outros governos.

A indiferença dos mercados domésticos em relação à incapacidade do governo em cumprir a meta fiscal mostra que o impacto do exterior no desempenho dos ativos locais tem sido mais relevante do que o noticiário político. Afinal, o interesse dos investidores está mesmo é no julgamento contra o ex-presidente Lula, que pode tirá-lo da corrida presidencial. Assim, com a trégua em Brasília por causa do recesso no Legislativo e no Judiciário, os investidores ajustam as carteiras conforme o movimento dos negócios em âmbito global.

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