Japão a terceira maior economia do mundo. YBBRIO ALEXANDRE YOKOYAMA FINANCIAL ASSET AGORA NO JAPÃO

Indicadores econômicos

O Japão, terceira maior economia do mundo, é muito vulnerável à situação econômica internacional por ser fortemente dependente de exportações. Nos últimos anos, a economia japonesa conheceu períodos de recessão devido ao abrandamento econômico mundial, às catástrofes naturais que atingiram o país e, em 2014, aos efeitos negativos do aumento da taxa do IVA. Em 2015, o crescimento permaneceu lento (0,6%), conduzido pelo comércio exterior e pelo consumo público. Se espera que venha a recuperar ligeiramente em 2016, impulsionado por fortes exportações e pelo consumo das famílias.
Em 2015, os limites da “Abenomics” - como as reformas econômicas levadas a cabo pelo primeiro-ministro Shinzo Abe que incluíam um plano de reativação orçamentária, a flexibilização monetária e reformas estruturais – se tornaram ainda mais evidentes. O crescimento permaneceu fraco, o risco de deflação persistiu e a dívida pública continua muito elevada (acima de 245% do PIB). A consolidação orçamentária é uma questão fundamental para o país, para lhe permitir manter seus níveis de dívida sob controle. O governo reiterou, em junho de 2015, seu compromisso em alcançar um superávit primário até 2020. Um plano de contingência, anunciado em novembro de 2015, prevê o aumento do salário mínimo em 3%, a criação de medidas de apoio (tais como a ampliação do acesso ao seguro-desemprego e a ajuda aos pensionistas) e a simplificação dos procedimentos administrativos para encorajar as PME a investirem. A taxa de desemprego, que aumentou com a crise financeira mundial, continua moderada em torno de 3,5%. Visando melhorar o comércio, a Parceria Transpacífico foi assinada em fevereiro de 2016, mas ainda não foi ratificada. O acordo de livre comerço destina-se a harmonizar normas e reduzir tarifas a fim de contrabalançar a crescente influência da China. 
A questão orçamental continuará a ser uma questão fundamental para o páis, já que tenta manter os níveis de dívida sobre controle. O envelhecimento da população e as tensões políticas com a China e a Coreia do Sul também são fontes de preocupações que o Japão terá que levar em consideraçãos nos anos por vir.

Principais setores econômicos

O Japão tem poucos recursos naturais (alguns depósitos de ouro, magnésio, carvão e prata) e depende, portanto, de importações para se abastecer de matérias-primas e recursos energéticos. Tendo uma grande área marítima, o país é um dos maiores fornecedores de produtos da pesca. Somente 15% do território japonês é adequado ao cultivo. Chá e arroz são os dois principais produtos agrícolas. O setor agrícola é altamente subsidiado e protegido. A agricultura contribui muito pouco para o PIB e emprega menos de 4% da população ativa. 
O setor industrial é muito diversificado e abrange tanto os produtos básicos (aço, papel), quanto os de alta tecnologia. O Japão domina nos setores de automóveis, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e energia renovável. O país é o segundo maior produtor mundial de carros e de barcos. O setor industrial representa mais de 25% do PIB.

O setor de serviços responde por mais de 70% do PIB e emprega quase 70% da população ativa. O setor do turismo está crescendo enormemente: o número de turistas chegou a 19 milhões em 2015 e o objetivo do governo é atingir 20 milhões de turistas em 2020.
Eu continuo acreditando neste povo fiel aos seus princípios , sendo elas a tecnologia , inovação e ao respeito aos próximo.

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