Etiqueta de negócios no Japão: conheça algumas que os japoneses acham desnecessárias

A etiqueta japonesa de negócios possui um código detalhado de conduta, tudo em uma tentativa de promover uma atmosfera de respeito mútua e uma harmoniosa cooperação.
O site WebR25, conduziu uma pesquisa com 200 homens, entre 20 e 39 anos, apresentando a eles uma lista com pontos da etiqueta profissional japonesa, pedindo que eles escolhessem as menos necessárias.
Eis as mais citadas por eles:
Ao visitar a empresa de alguém, ter que esperar até que o anfitrião diga para se sentar
Na verdade, isso soa mais como uma cortesia comum, independente se você está visitando uma empresa ou uma casa.
Sentar em locais “superiores” e “inferiores” em uma mesa de reuniões
Essa reclamação sobre o lugar correto para sentar é um pouco mais fácil de compreender, já que a sociedade japonesa leva muito em consideração o nível de relações sociais. O diagrama abaixo mostra os locais, sendo que o número 1 é para a pessoa com o status mais alto (o chefe da empresa, por exemplo), mas há regras diferentes para posicionamentos em elevadores, táxis e até trens.
Tirar o casaco antes de entrar no prédio do escritório que irá visitar
Segundo a etiqueta de negócios japonesa, a pessoa deve tirar seu casaco e carregá-lo nos braços antes de entrar no prédio que irá visitar a negócios, ao invés de parar dentro do saguão para fazer isso e bloquear o caminho de funcionários e outros visitantes.
Entrar no elevador na ordem apropriada
Isso pode parecer tão complicado quanto o tópico sobre lugares na mesa de negócios, mas na prática, isso é grandemente baseado no senso comum. Pessoas com nível mais alto de status (que inclui convidados) entram primeiro, o que parece extremamente natural. A pessoa de status mais baixo entra por último e deve ficar próxima ao painel de controle do elevador para apertar os botões e manter a porta aberta.
Bater 3 vezes na porta antes de entrar em uma sala de reuniões
Ninguém está dizendo que deve-se entrar em uma sala sem pedir licença, mas as famosas 3 batidas parecem ser desnecessárias, segundo os entrevistados. Entretanto, somente uma batida pode dar uma ar de autoritarismo, tal como “Eu vou entrar” ao invés de “Posso entrar?” e quatro batidas pode parecer um pouco excessivo, na opinião de alguns.
Mas por que 3 ao invés de 2? Aparentemente, segundo a etiqueta tradicional japonesa, bater 2 vezes na porta significa verificar se o banheiro está ocupado. Segundo os entrevistados, duas batidas seriam suficientes, e é ilógico que os outros pensem que quem entra está anunciando a vontade de fazer suas necessidades em uma mesa de conferência.
Após fazer a troca de cartões de visita, deixar o cartão do cliente em cima da mesa ao invés de guardá-lo imediatamente
Os cartões de visita japoneses têm seu próprio sistema de etiqueta. Um dos pontos mais complicados é que após receber o cartão de alguém, você não deve colocá-lo imediatamente no seu porta-cartão, já que isso poderia mostrar que você está ignorando a identidade da pessoa ao invés de dar o respeito que ela merece.
Por outro lado deixar o cartão durante todo o tempo na mesa em uma reunião pode parecer rude, dando a impressão que foi esquecido lá. Tal como, é importante guardar o cartão assim que a reunião começar, de forma discreta, enquanto os outros olham documentos, fazem anotações, etc.
Na visita no escritório de alguém, quando for servido chá, não tomar a bebida antes do anfitrião
Assim que chegar no escritório de um cliente, provavelmente um chá será servido. Na verdade, servir chá a visitantes é uma tarefa comum para funcionários com níveis mais baixos em empresas que não há pessoas encarregadas para essa função.
Embora seja um mero ato de hospitalidade, tomar um gole do chá assim que ele for servido (e antes que o anfitrião) dá a impressão de que você está mais interessado no drink de graça do que nos negócios que você foi fazer na empresa.
Ao fazer a troca de cartões, ter que colocar o seu próprio embaixo do cartão da outra pessoa
Novamente, a lógica por trás dessa regra é complicada, já que colocar seu cartão em cima do cartão do cliente pode passar a impressão de que o cartão dele não tem a mínima importância para você. Mas o que acontece quando ambos colocam o cartão abaixo um do outro? Vocês acabam em uma improvisada competição de cartões.
Quando se despedir de um cliente, ter que ficar curvado até que as portas do elevador se fechem completamente
Em lojas de grife no Japão é comum que um funcionário acompanhe os clientes até a porta de saída após eles terem comprado nas lojas. Há um costume similar que ocorre em situação de negócios, e se seu escritório estiver no 15º andar, por exemplo, você terá que acompanhar seu cliente até o elevador ao invés da porta de saída.
Do que deixá-lo sozinho esperando, você terá que esperar até que o elevador chegue antes de se despedir, terminando com uma profunda e respeitosa reverência. Para deixar uma boa impressão aos olhos do cliente, você deve continuar curvado até que as portas do elevador se fechem.
O problema é julgar exatamente quando se curvar. Se for muito tarde você não conseguirá atingir o ângulo apropriado para transmitir o respeito desejado; muito cedo você corre o risco de ficar em uma postura desconfortável enquanto o cliente tem uma visão completa do topo de sua cabeça.
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