Sera que você está sendo lesado pelos bancos por taxas abusivas em aplicações simples?


Sabe aquele dinheiro que você procura economizar todo mês para depositar no banco?Pois bem. Parte considerm m    ável dele está sendo tirada do seu bolso, sem que você perceba.Vou lhe provar, com dados concretos, que 1,7 bilhão de reais está sendo subtraído do brasileiro, colocando em risco o projeto de vida de milhões de pessoas.
A viagem dos sonhos, a boa formação dos filhos, uma casa maior, um futuro financeiramente tranquilo…Tudo ameaçado por instituições que deveriam ser de nossa confiança, mas na verdade têm trabalhado contra a sociedade.
Você tem conta-corrente em algum dos grandes bancos do País?Serei direto, sem esconder os nomes.
ItaúBradescoBanco do BrasilSantanderCaixa Econômica Federal
Saiba que todos eles – sem exceção – estão embolsando boa parte do rendimento que deveria estar na SUA conta.Trata-se de um volume gigantesco, que poderia engordar o seu patrimônio ao longo do tempo, mas no final acaba parando no bolso do próprio banqueiro.
Como eles fazem isso?
Você precisa saber exatamente como os grandes bancos do Brasil estão tirando 1,7 bilhão de reais do cidadão – inclusive de você!
Mas de nada vale tal conclusão sem um passo prático.
Vou lhe apresentar uma forma inteligente de você recuperar sua parte desse dinheiro para fazê-lo se multiplicar com consistência.

O Esquadrão Bancário da Taxa Abusiva

Você aplica no Itaú? Segundo o slogan, é o banco “Feito pra Você”.
Mas será que é mesmo?
Veja só este popular fundo de investimento.
Nome? Itaú Prêmio. Sobrenome? FIC FI RF REF DI.
Não se espante com as siglas. Trata-se tão somente de um fundo DI, como podemos identificar pelo final do sobrenome.
Fundos DI são os mais conservadores do mercado. Eles acompanham o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) que, por sua vez, segue a taxa básica de juros da economia, a Selic.
Em bom português, os gestores desses fundos simplesmente compram os títulos públicos mais conservadores do mercado e sentam em cima. Nada além disso.Nenhuma habilidade especial de gestão. Nenhuma expertise.
Eles fazem um serviço que qualquer cidadão com o mínimo de escolaridade e R$ 100 na conta poderia tranquilamente fazer sozinho.
Aí eu lhe pergunto: faz sentido o banco anualmente morder mais de 1% do patrimônio do cliente para realizar uma tarefa com esse grau de dificuldade?
Não, não faz. Sentido algum. É por isso que os bons fundos cobram apenas uma fração disso.
Infelizmente, porém, os grandes bancos continuam abusando de suas taxas. O Itaú Prêmio – pasme! – cobra 3,9% ao ano sobre o patrimônio do fundo, isto é, sobre o dinheiro que VOCÊ INVESTIU.
Resumindo: em troca de comodidade, seu patrimônio cresce bem mais devagar, adiando cada um de seus planos de vida.
Natural que o banco feito pra você tenha lucrado R$ 23 bilhões em 2016, enquanto seus clientes penam para obter rendimentos superiores aos da Caderneta de Poupança.
Ah, mas sua conta não é do Itaú? É de quem? Do Santander, o banco “Simples, Pessoal e Justo”?
Pois saiba que o fundo Santander Classic FIC FI RF REF DI cobra 5% ao ano por um serviço de mesma natureza.
Exato, 5% ao ano – mesmo percentual que o Caixa Prático FIC FI RF CP cobra de quem foi “pra Caixa você também”.
Isso explica a rentabilidade desses fundos girar em torno de apenas 60% do CDI, quando poderia – e deveria – estar muito mais próxima dos 100%.
Ter rentabilidade bem abaixo do CDI infelizmente é a regra do Esquadrão Bancário da Taxa Abusiva.
Veja, por exemplo, o rendimento dos últimos 5 anos do Santander Classic, que ficou abaixo de 50% do CDI.
SANTANDER FIC FI CLASSIC RENDA FIXA REFERENCIADO DI
Desempenho assim fraco é repetido ano a ano.
O ano de 2016, por exemplo, fechou com rentabilidade de apenas 8,48% Se o correntista decide resgatar o dinheiro antes de 1 ano, ele ainda terá de pagar o imposto de renda na alíquota de 20%.
Aí seus 8,48% caem para 6,78% – menos do que a Caderneta de Poupança, que rendeu 8,35% no período. Para não se comprometerem, eles até disfarçam no prospecto do fundo, dizendo que o CDI é apenas uma referência, nada para se levar muito a sério.

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