Ótima notícia: Petrobras anuncia planos 2017-2021

Agenda do investidor para esta terça-feira
IPC: Índice de Preços ao Consumidor mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos. Reunião FOMC Início: Começam as séries de reuniões do FOMC (Federal Open Market Committee) do FED (banco central norte-americano) que definem o rumo da taxa de juros básica dos EUA. Housing Starts: indicadores sobre o mercado imobiliário, alvarás para construção e construções iniciadas de imóveis, que ajudam a medir o nível de atividade econômica dos EUA.
Ótima notícia: Petrobras anuncia planos 2017-2021
Petrobras (BOV:PETR4) apresentou agora pela manhã seu novo Plano Estratégico e o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021. Foram definidas duas métricas principais, uma de segurança e outra financeira, que orientam a estratégia da empresa: reduzir em 36% a taxa de acidentados registráveis até 2018 e reduzir a alavancagem (dívida líquida/EBITDA) de 5,3 em 2015 para 2,5 em 2018.
A companhia reviu sua previsão para os preços do barril de petróleo no mercado internacional (US$ 48 no ano de 2017 até US$ 71 em 2021) e para a taxa de câmbio, com crescimento do mercado brasileiro de derivados em 5,2% até 2021.
A carteira de investimentos do Plano prioriza projetos de exploração e produção de petróleo no Brasil, com ênfase em águas profundas.
Nas demais áreas de negócios, os investimentos destinam-se, basicamente, à manutenção das operações e à projetos relacionados ao escoamento da produção de petróleo e gás natural. Os investimentos totais foram reduzidos em 25% quando comparados à última revisão do Plano de Negócios e Gestão 2015-2019, divulgada em janeiro de 2016.
Dos investimentos da área de Exploração e Produção (US$ 60,6 bilhões), 76% serão alocados para desenvolvimento da produção, 11% para exploração e 13% para suporte operacional. Na área de Refino e Gás Natural serão investidos US$ 12,4 bilhões, sendo 50% destinados à continuidade operacional dos ativos e o restante a projetos relacionados ao escoamento da produção de óleo e gás.
O Plano também prevê a adoção de novas medidas para redução de custos, com a implantação de novas ferramentas de gestão, como o Orçamento Base Zero, a gestão diferenciada de contratos e de pessoal. A meta é reduzir em 18% os gastos operacionais gerenciáveis, quando comparado ao valor estimado caso nenhuma iniciativa fosse implementada.
Outra importante estratégia, segundo a empresa, é a ampliação das parcerias e desinvestimentos, disseminando a experiência bem sucedida na área de exploração e produção para as demais áreas da Companhia. Estão previstos US$ 19,5 bilhões de parcerias e desinvestimentos no biênio 2017/2018.
Essas iniciativas, associadas a uma geração operacional de caixa estimada em US$ 158 bilhões, após dividendos, permitirão à Petrobras realizar seus investimentos e reduzir seu endividamento, sem necessidade de novas captações líquidas no horizonte do Plano.
Fonte: ADVFN

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