Estrategia do Long & Short a mais viável em momentos de crise e volatilidade na bolsa.

Este gráfico é exatamente o que estou vendo em meu computador enquanto escrevo: 


Trata-se da performance do Ibovespa no mês de maio. 
Imagine que você queira seguir a estratégia do Long & Short com as ações do Banco do Brasil e do Itaú.

Para isso, precisa comprar Itaú.

De onde viria o dinheiro dessa compra?

Simples. Da venda de ações do Banco do Brasil.

Você vende ações do Banco do Brasil e, com o dinheiro, compra ações do Itaú.

"Mas eu não tenho ações do Banco do Brasil para vender, você pode pensar..."

E quem foi que disse que as ações a serem vendidas precisam ser suas?

O que você faz é pegar essas ações emprestadas de um terceiro.

Logo em seguida você as vende para comprar Itaú com o dinheiro dessa venda.

Como pode perceber, a quantia recebida na venda de um ativo é imediatamente investida em outro. Logo, seu desembolso financeiro fica perto do zero a zero.

É o que os profissionais do mercado chamam de estar “comprado” em Itaú e “vendido” em Banco do Brasil.

Posteriormente, você devolverá as ações do Banco do Brasil ao seu legítimo dono.
Aí é só fazer o contrário do que fez antes: vender Itaú e comprar de volta Banco do Brasil.
 

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"Isso parece complicado!” 

Não é. 

De um lado você está Long — comprado. 

De outro, Short — vendido. 

Long… e Short. 
Long & Short


Não importa se a bolsa sobe ou desce, nesta estratégia a única coisa que realmente faz diferença é a relação entre duas empresas. 

Você viu no gráfico do início o Ibovespa caindo. 

É muito mais tangível tentar antever o movimento de 2 ações, do que prever a movimentação do mercado inteiro. 

Mas deixe que isso eu faço por você. Sua tarefa é apenas investir e colher os lucros. 

Você pode montar uma operação de Long & Short diretamente pela plataforma do seu home broker, de uma forma simples e rápida. 

Ou, se preferir, pode ligar para o corretor e fazer tudo pelo telefone. 

A janela de oportunidade está aí, aberta para quem quiser ver um futuro de lucros à frente. 

Veja bem, estamos em um momento de grande volatilidade na Bolsa. A cada nova delação premiada os ativos chacoalham e mudam de preço. 

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