Estamos aguardando resultados , enquanto isso......

Após o show populista de Dilma no 1º de maio, vamos começar a trabalhar de fato. Os jornais já publicam mais manchetes sobre o Governo Temer do que sobre o Governo Dilma, numa proporção de aproximadamente dois para um. Manchetes que falam sobre o trabalho que vem pela frente.    Dentre todas as tarefas econômicas que nos aguardam, a queda da Selic me parece a mais certa. Assim começará um ciclo virtuoso entre a política monetária e a fiscal. Queda da Selic vai ajudar - entre outras coisas - a conter a valorização do real. Exportações formam um dos principais pilares para Temer recuperar a economia. Por isso, um câmbio abaixo de R$ 3,50 não soa confortável.  Desta vez, porém, Temer não pode reclamar de Dilma. Parte da valorização do real se deve justamente à credibilidade do novo governo.      Surge na mídia o nome de Mansueto para o Tesouro.  Não porque seja um “representante ligado ao PSDB” no Governo.  Sim porque é o sujeito que mais entende de fiscal no Brasil.
Dias antes do impeachment, ainda estamos na fase em que o Papai Noel não chegou.  Se você era daquelas crianças que preferiam a véspera à noite de Natal, sabe do que estou falando. O período que antecede é o mais legal, dos sonhos e expectativas. Vamos sonhar com os Mansuetos da vida. Quem sabe eles viram realidade.
 Por ora, o que temos de concreto é mais um aumento de imposto, com o Diário Oficial da União apontando a elevação do IOF, de 0,38% para 1,10%, na compra de moeda estrangeira em espécie. Apesar da alta do imposto, a cotação ainda fica mais barata do que os 6,38% de IOF cobrados no cartão de crédito e no Travel Money. Percebem como, num dia, em clima de campanha, a presidente anuncia aumento do Bolsa Família e, no outro, sem nenhum alarde, resolve subir mais um tributo?
Felizmente, Dilma está em fim de carreira.

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