Novo presidente da GOL pode preparar companhia para venda, diz jornal


Segundo Valor Econômico, mudanças podem sinalizar que família estaria disposta a negociar o controle da companhia aérea

 

Divulgacao/EXAME
Aeronave da Gol
GOL: mudança de comando pode estar atrelada à ideia de a companhia ser vendida
São Paulo - A nomeação de Paulo Kakinoff para a presidência da GOL pode significar muita mais que uma simples troca de gestão da companhia. Segundo reportagem do Valor Econômico, desta quarta-feira, a decisão pode ter a ver com a possível venda do controle da empresa aérea.
Especialistas desse setor, consultados pelo jornal, disseram acreditar que a família Constantino está preparando a companhia para a venda. E que a Delta- que já injetou 100 milhões de dólares na GOL, no passado, seja uma possível condidata para ficar com o controle da empresa brasileira.
A GOL não comentou a possibilidade. Em entrevista a EXAME.com, Constantino de Oliveira Junior afirmou que a escolha de Kakinoff está atrelada à competência do executivo e à intenção de ele poder participar de forma mais executiva do dia-a-dia da companhia.
"A chegada de Kakinoff será agregada ao grupo gestor e aliada a minha experiência no setor", afirmou Constantino, em entrevista a EXAME.com.
Segundo ele, a entrada da Delta na companhia nada tem a ver com a mudança de gestão. "A Delta tem um modelo interessante de um presidente e um presidente do conselho trabalhando juntos. Há várias empresas áreas que trabalham dessa forma", disse Constantino.

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