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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mitos e verdades: veja a validade de expressões utilizadas no trabalho

No mundo corporativo, várias palavras surgem e acabam sendo repetidas inúmeras vezes. Conheça algumas dessas frases e veja sua real aplicabilidade nos negócios e nas vendas.


Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Quem nunca escutou alguma expressão ou frase feita dentro do seu ambiente de trabalho. "Em time que está ganhando não se mexe" e "casa de ferreiro, espeto de pau!" são dois exemplos de expressões que acabam sendo bastante utilizadas no trabalho, às vezes, até como conceitos estratégicos para empresas.

Mas o que será verdade ou mito na aplicação dessas expressões para o ambiente profissional? Será que seguir o conceito dessas frases ajuda no mundo dos negócios ou dentro do segmento de vendas?

Ivan Corrêa, sócio diretor da GS&MD e líder das práticas de gestão de mercadorias da Unidade de Consultoria de Operações, descreveu algumas dessas expressões bastante usadas no trabalho e revelou quais delas são verdades ou mitos dentro do trabalho. Confira:

1
Em time que está ganhando não se mexe!

Verdade se você deseja somente uma vitória temporária. O momento mais adequado para mexer em um time é exatamente quando ele está ganhando, quando é possível analisar a situação com mais tranquilidade e tomar decisões sem atropelos. Quando o time está perdendo, mexer não é mais uma opção: passa a ser necessidade. Com isso, a pressão por mudanças compromete a serenidade para os ajustes demandados.

2Estoque é investimento!

Verdade, em ambientes altamente inflacionários. Para economias estáveis, o dito deveria ser outro: "estoque bom é aquele que deixa saudade!". Infelizmente parece perdurar a visão esperançosa de que altos níveis de estoques vão garantir sucessos de vendas. E os inventários vão descobrindo mercadorias fossilizadas, estocadas há dois, três, quatro anos.


3

Vendas é barriga no balcão!

Verdade desde que a rede seja composta por uma ou poucas lojas. Na medida em que a rede de lojas cresce, a barriga no balcão impede que se tenha a visão do todo, dificultando tremendamente os processos de gestão comercial. E se o crescimento da empresa alcança novas regiões, com distâncias geográficas crescentes, a complexidade das operações cresce junto, principalmente em relação às mercadorias.




4O olho do dono é que engorda o gado!

Verdade, se você é dono de um único boi e assim desejar permanecer. Esse ditado é seguido à risca por diversas empresas de varejo, principalmente na área de compras. A justificativa se ampara em lendas urbanas como a de que só o dono é confiável (como se não houvesse problemas familiares); que somente o dono pode dar credibilidade às negociações (como se o conceito de delegação não existisse); ou ainda que ninguém tem o tino comercial do dono (também conhecida como Síndrome da Mão de Deus).

Basta olhar para as redes de varejo que cresceram e se tornaram empresas de verdade, e não apenas negócios tratados como meio de vida. Via de regra, essas empresas possuem executivos de mercado competentes e estruturas de governança para assegurar que o seu futuro não dependa somente de quem está ali para engordar o boi.

Casa de ferreiro, espeto de pau!

5Verdade para as redes que são negócios e não empresas de verdade. Por vezes, abusa-se desse ditado. É frequente que o ambiente e os produtos oferecidos aos clientes não reflitam a estrutura interna da empresa aos seus funcionários. Alegações como controle de custos e cultura econômica, dentre outras, criam a base para que esse ditado seja tão amplamente praticado.

Mesmo redes que comercializam produtos e serviços de alta tecnologia, por vezes possuem sistemas de informação totalmente defasados, rodando em plataformas obsoletas. Isso gera uma economia somente na aparência, pois a perda de produtividade das equipes raramente é aferida. Nas empresas de verdade, a estrutura interna é tão valorizada quanto aquela oferecida aos clientes, principalmente os sistemas de informação, que são a base para a produtividade. E isso não é feito por mero status corporativo, ou para impressionar. É que as empresas de verdade sabem que seus funcionários também são seus clientes.

Farinha pouca, meu pirão primeiro!

6Verdade, se você não pretende comer pirão com aquela pessoa novamente. Apliquemos esse ditado à área de compras das empresas, onde ocorrem diariamente vários processos de negociação. Em ambientes altamente competitivos, parece certo que para uma das partes se dar bem, a outra parte, necessariamente, tem que se dar mal. E entram-se em batalhas cansativas, onde ambos tentam garantir o seu "pirão", independente de quanto vai sobrar para o outro (se sobrar). Mas o que temos observado é que os processos de negociação nessa área têm sido mais cooperativos do que competitivos, buscando-se assim maior longevidade na relação comercial.

Tem-se reduzido o volume de fornecedores, justamente para fortalecer as relações com aqueles com os quais vale a pena trabalhar. Assim, pode-se obter maior equilíbrio de forças nas negociações, oportunidades de melhorias e ganhos bilaterais. Obviamente, sem perder de vista que o maior beneficiado deve ser o consumidor. Tudo isso parece fazer crer que, mesmo quando a "farinha" é pouca, vale à pena dividi-la.
Agenda do investidor para esta sexta-feira
O IBGE divulga dois índices inflacionários: o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), utilizado oficialmente como índice de medição das metas inflacionárias, e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) referentes a julho. O IBGE ainda apresenta o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) de julho feito a partir do levantamento dos custos (material e mão de obra) da construção civil no setor habitação. O IBGE também divulga a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física Regional, relatório produzido desde a década de 70, com indicadores de curto prazo relativos ao comportamento da indústria extrativa e de transformação. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga a Média de Horas Trabalhadas em uma Semana, Taxa de Desemprego e Remuneração por Hora Trabalhada. O FED (banco central norte-americano) informa o nível do Crédito ao Consumidor de junho.
Incerteza: Investidores na espera por dados econômicos
Hoje nos EUA saem diversos indicadores do mercado de trabalho e o nível do crédito ao consumidor norte-americano. Os analistas avaliam que números abaixo do esperado podem trazer os mercados a uma correção. Com a subida intensa vista nos últimos pregões e na iminência de um final de semana, os investidores podem se sentir impelidos a embolsar parte dos lucros. Na Europa os principais mercados acionários abrem o dia em alta avaliando os bons resultados do banco RBS, apresentando lucros pela primeira vez desde 2007. Nos EUA os futuros dos índices se movimentam muito pouco, aguardando a divulgação dos indicadores econômicos para o dia.
Fonte: ADVFN

Calote de R$ 800 milhões em fundo


O fundo entrou em liquidação e tenta agora recuperar os créditos, mas as previsões mais otimistas não ultrapassam o ressarcimento de 40% do valor investido
Um grupo de 17 investidores, quase todos "hedge funds" estrangeiros e um fundo de pensão brasileiro, perdeu boa parte de um total de R$ 800 milhões que aplicaram em um fundo de direitos creditórios, o Union National Financeiros e Mercantis. Os cotistas descobriram que o dinheiro investido em uma carteira com histórico de baixo nível de inadimplência tinha virado pó em setembro de 2009 - 96,2% dos créditos estavam atrasados. O fundo entrou em liquidação e tenta agora recuperar os créditos, mas as previsões mais otimistas não ultrapassam o ressarcimento de 40% do valor investido. A Union National, que criou o fundo, é uma empresa de factoring fundada em 1995. Além de idealizadora, ela era a cedente, a consultora de créditos e o agente de cobrança do Union.
Os sócios da Union, Maurice Kattan e André Kamkhaji, decidiram em 2006 replicar a operação da factoring em um fundo de direitos creditórios, permitindo que investidores participassem da atividade. Era uma forma de crescer sem ter de adicionar recursos próprios. O ganho da Union viria da prestação de serviço como consultoria de crédito, já que selecionava os papéis comprados pelo fundo, recebendo por isso cerca de 0,5% do patrimônio líquido ao ano.
Em fevereiro de 2006, a factoring, que girava cerca de R$ 70 milhões em operações de fomento, criou um fundo que começou com R$ 50 milhões, e parte dos créditos da própria Union migraria para a nova estrutura. Com a ajuda da distribuidora BCP Securities, o fundo captou recursos no exterior por meio de emissões de cotas entre setembro de 2006 e setembro de 2008, atingindo patrimônio de cerca de R$ 800 milhões, mais de dez vezes o porte da Union. Nesse período o fundo pagou aos cotistas rentabilidade equivalente a cerca de 140% do Certificado de Depósito Interfinanceiro.
Investidores consultados pelo Valor chamam a atenção para o fato de repentinamente a carteira ter se deteriorado. De março a setembro de 2009, a classificação de risco passou de "A+" para "CCC", segundo a agência Austin Ratings. O volume de créditos vencidos saiu de 13% para 96,2%. Segundo a Austin, o prazo de vencimento dos créditos da carteira foi se esticando. De uma média histórica de 90 dias, o fundo passou a 185 dias em meados de 2009. "Esse sempre é um indicador de postergação de problemas. Estica-se o prazo para ver se a empresa consegue quitar a dívida", explica Mauricio Bassi, da Austin.
Procurado pelo Valor, Kattan enviou e-mail afirmando que o FIDC está em fase de renegociação dos créditos. "Já tem uma grande parte dos devedores renegociados, e o resto em processos judiciais", escreveu.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

DECISÃO
Presidente do STJ nega liminar ao empresário Ulisses Canhedo
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de liminar em habeas corpus em favor do empresário Ulisses Canhedo de Azevedo, acusado de crime contra a ordem tributária, conforme previsto no artigo 1º da Lei n. 8.137/1990. A liminar foi indeferida pelo presidente Cesar Asfor Rocha.

Dados do processo informam que, inicialmente, foi estabelecido conflito de competência entre o juízo da 6ª Vara Criminal de Brasília e o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios. O Ministério Público apresentou denúncia contra o acusado e o processo foi enviado à 6ª Vara. O juízo considerou que Ulisses Canhedo teria tentado sonegar o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e inscreveu o débito tributário na dívida ativa. Também aplicou a pena de dois anos de reclusão prevista na Lei n. 8137/1990.

Posteriormente, o procurador-geral considerou que haveria excesso na pena, já que poderia ser aplicado, no caso, o artigo 2º, inciso I, da mesma Lei n. 8.137/1990, que permitira a transação penal e o ressarcimento dos prejuízos ao Fisco. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) considerou que o órgão competente para o julgamento seria a 6ª Vara Criminal.

No pedido de habeas corpus ao STJ, alegou-se que a 6ª Vara Criminal seria incompetente para julgar e que haveria dano ao acusado, já que seria aplicada uma pena privativa de liberdade contra ele. Também considerou que o acusado correria o risco de não ser mais réu primário caso fosse condenado, o que não ocorre com a transação penal. Por fim, afirmou que a suposta sonegação teria sido interrompida pela fiscalização tributária do Distrito Federal, ficando o crime apenas na tentativa, o que também autorizaria a transação penal.

No seu voto, o ministro Cesar Asfor Rocha considerou que, no caso, não haveria o fumus boni juris (aparência, fumaça do bom direito) e o periculum in mora (perigo em caso de demora). Não haveria, além de qualquer dúvida, o direito pedido. Também afirmou que não poderia aprofundar o exame do mérito da questão na mera liminar em habeas corpus. Com essas considerações, o ministro Asfor Rocha negou o pedido. O mérito da questão será julgado posteriormente pelo desembargador convocado Celso Limongi.

Coordenadoria de Editoria e Imprensa 

Encontro com diretoria de relação com investidores da EMBRAER



Fui no encontro com os investidores da Embraer , onde estava a diretoria de relação com investidores representada por Andre Gaya da Embraer.

Apresentou as perdas os lucros e a visão para 2010 , interessante porem como toda industria fatura muito e repassa muito pouco aos acionistas , a Embraer rendeu praticamente igual a poupança este ano ......, não vejo vantagem de ter em minha carteira de ações.

Para quem busca especular não vejo vantagens porem quem quer se tornar investidor, aquele acionista que quer ser sócio da empresa ai sim é bom negocio.
Para mim o que não passa da expectativa do CDI não posso esperar nada deste papel.

Alexandre Yokoyama

Profissional de Administração está entre os que tiveram maiores aumentos salariais

Pesquisa aponta as áreas e cargos que mais cresceram nos últimos quatro meses no quesito salário.


Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Um levantamento realizado pela Catho Online, empresa de currículos na internet, identificou os 20 cargos – e seus respectivos setores – que obtiveram os maiores aumentos salariais nos últimos quatro meses. De acordo com o estudo intitulado Pesquisa Salarial e de Benefícios as maiores altas foram obtidas por profissionais de Engenharia. Os jovens profissionais tiveram destaque nas áreas de Recursos Humanos e Comercial, nos cargos de analista júnior e trainee, respectivamente. A função de assistente em Administração/Setor Financeiro também aparece na lista.

O cargo de coordenador da área de Engenharia do Meio Ambiente, que teve o maior aumento entre as funções pesquisadas, registrou um aumento de 23,1%, segundo a Catho. O salário médio desse profissional, que em fevereiro era de R$ 6.152,57, passou para R$ 7.573, 79.

"Engenharia do Meio Ambiente aparecer em primeiro lugar, como a área de maior aumento salarial dos últimos meses, é reflexo do enorme crescimento deste tema dentro das empresas. E, de carona com esta preocupação, profissões e cursos - que há alguns anos não existiam - também começaram a aparecer, como a própria Engenharia do Meio Ambiente", diz Marco Soraggi, diretor da pesquisa.

Em segundo, terceiro e quarto lugares no ranking também aparece o cargo de coordenador, nas áreas de Engenharia de Obras, Engenharia Civil e Engenharia de Qualidade, respectivamente. O quinto colocado é o Técnico em Engenharia Mecatrônica.

Administração

O cargo de assistente, na área específica classificada como Administrativo/Financeiro, aparece em 17º lugar, com um aumento de 10% nos últimos quatro meses. O salário médio, que era de R$ 1177,50, passou para R$ 1295,35.

Outras áreas relacionadas ao mundo da Administração também aparecem no top 20 da pesquisa, como Vendas; Hiper/Supermercados – lojas; Recursos Humanos; Comercial e Planejamento Empresarial.

Confira o ranking:

foto

A pesquisa

Esta foi a 32ª edição da pesquisa, que é atualizada a cada três meses, e os dados apresentados se referem ao aumento ocorrido entre fevereiro e junho de 2010. 164 mil profissionais, de mais de 20 mil empresas, em 3.338 cidades de todo o Brasil participaram do levantamento através do preenchimento de formulários eletrônicos.

O estudo traz dados de mais de 1.800 cargos, de 214 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de sete faixas de faturamento para classificação de porte de empresa. 

Venda da torre do Ventura atinge segundo maior valor da história


    Daniela D'Ambrosio, de São Paulo
    vALOR eCONOMICO
O maior negócio imobiliário do Brasil em aporte direto e o maior do Rio de Janeiro em toda a sua história está perto de ser fechado. A Participações Morro Vermelho, holding que controla a Camargo Corrêa S.A, e a Tishman Speyer estão vendendo a segunda torre do Ventura, prédio de altíssimo padrão no centro do Rio, por cerca de R$ 700 milhões. Segundo o Valor apurou, o comprador é a BR Properties, que fez uma parceria com um banco de investimentos para levantar o total dos recursos.
Em valor, só houve uma transação maior, que foi a venda do antigo "esqueleto da Eletropaulo" pela WTorre para o Santander por R$ 1 bilhão, em 2008. Hoje, o prédio é sede do banco. Naquele caso, porém, a venda foi feita para o principal credor da WTorre, o próprio Santander, que em seguida tornou-se sócio da construtora.
Metade do prédio (20,5 mil m2) já está alugado para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), segundo consta no site da Tishman Speyer. Fala-se no mercado que a instituição acertou preço de R$ 140 o metro quadrado. O BNDES já ocupa 8 mil m2 da primeira torre do empreendimento. Pela lei do inquilinato, o BNDES tem direito de preferência de compra dos andares alugados, mas não deve exercê-la. O negócio deve ser assinado em até 30 dias.
A venda do Ventura por um valor próximo a R$ 700 milhões comprova o forte aquecimento do mercado imobiliário este ano. A Participações Morro Vermelho comprou metade do prédio da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) em dezembro por R$ 247 milhões. Na época, a CCDI estava com problemas financeiros e a venda ajudou a companhia a sanar boa parte das dívidas. A primeira torre do Ventura foi vendida por R$ 422 milhões em janeiro de 2008 para o fundo Adia, Abu Dhabi Investment Authority.
Um dos únicos prédios classificados como "Triple A" no centro do Rio de Janeiro, o Ventura possui duas torres de escritórios com 36 andares cada uma. O preço de locação do prédio está quase 50% acima da média de mercado de escritórios de alto padrão no Rio, cuja média é de R$ 93. O mercado de escritórios de alto padrão vive uma de suas fases mais aquecidas, tanto em São Paulo como no Rio.
Segundo dados da consultoria Jones Lang LaSalle, no primeiro semestre foram entregues 20 mil m2 no Rio e, até o fim do ano, a previsão é de que sejam entregues mais 87,5 mil m2. Ainda assim, a taxa de espaços vagos, que no primeiro semestre foi de 5,1% na cidade, deve cair para 2,6%, considerando espaços com contratos de locação já fechados, mas ainda não ocupados.
A BR Properties, que abriu capital há três meses e captou R$ 934 milhões, tem sido uma das empresas mais ativas na compra de espaços corporativos este ano, boa parte no Rio de Janeiro. As últimas transações foram o Edifício Manchete e os 19 andares do Edifício Rio Branco, também no Rio - ambos devem passar por reformas - e galpões industriais em Louveira (SP). A empresa possui 61 imóveis em seu portfólio e a compra do Ventura - ainda que em parceria com uma instituição financeira, com metade do valor- será a maior transação feita pela empresa até agora. Segundo consta no site da companhia, a BR Properties já investiu R$ 874 milhões em aquisições desde o início de 2010, cerca de 60% do valor total previsto no orçamento aprovado por seus acionistas para este ano.
A Tishman Speyer tem aproveitado o bom momento do mercado para vender ativos e devolver retorno aos acionistas dos seus fundos, mas continua ativa na outra ponta, com novas aquisições. A empresa acaba de comprar um terreno e fará um prédio comercial no Porto Maravilha, zona portuária revitalizada do Rio.
Bolha imobiliária na China volta ao noticiário

A Comissão Regulatória dos Bancos na China voltou a preparar os bancos chineses para mais um teste de estresse, dessa vez simulando uma queda de até 60% no valor de propriedades imobiliárias nos centros onde houve maior especulação. As informações não são oficiais, mas analistas acreditam que os bancos chineses não conseguiriam suportar uma queda maior do que 30% nos preços dos imóveis. Eles acreditam que o governo quer avaliar o pior cenário possível para tentar reverter a situação e deixar claro ao mercado que um problema existe mas estão se preparando. O governo chinês já havia tomado medidas para evitar a especulação imobiliária aumentando as taxas de juros de hipotecas e depósitos mínimos iniciais e a suspensão de empréstimos para compra de um terceiro imóvel. As medidas têm surtido efeito e resta ao mercado esperar que os bancos chineses dêem conta do recado.
Agenda do investidor para esta quinta-feira
ADVFN
No Brasil a Fundação Getulio Vargas divulga o IGP-DI (Índice Geral de Preços ? Disponibilidade Interna), média ponderada dos índices IPA (60%), IPC (30%) e INCC (10%). Sai o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, mensalmente feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), contendo informações sobre previsão e acompanhamento das safras agrícolas. O Dieese publica o Índice do Custo de Vida de julho para os moradores do município de São Paulo. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga os Pedidos de Seguro-Desemprego semanal.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Conheça os 10 perfis de liderança mais comuns

Especialistas em recursos humanos e gestão pessoal falam quais são os tipos de líderes existentes e explicam cada um deles. Veja em qual perfil voce se encaixa!

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

No ambiente corporativo é possível encontrar diversos estilos de liderança nas equipes. Existem aqueles mais liberais, outros autoritários, alguns gostam de construir laços mais próximos com seus comando, e existem aqueles que apenas delegam funções.

Essas diferenças ocorrem pelas variadas personalidades, níveis de formação e estilos de cada um. Não é possível apontar qual é o melhor estilo para liderar uma equipe. Dependendo das tarefas realizadas, da necessidade atual da organização e o ritmo de serviço, um estilo de liderança pode se encaixar melhor do que outro.

Há casos, por exemplo, que o líder "estilo mandão" é necessário para tirar empresas de crises e solucionar problemas. Já em outras situações, o líder "democrático" pode ser ideal para alavancar resultados.

Mais de um estilo

Às vezes, o mesmo líder deve também saber adaptar seu estilo de comando dependendo da situação no trabalho. "Por exemplo, se a casa está pegando fogo e o líder for fazer uma eleição para ver se evacua ou não a sala porque entende que a liderança ideal é a democrática, ele será ineficaz em uma situação como esta. Nessa situação, o adequado é usar o estilo autoritário, ou seja, ter comando firme", destaca o  professor e palestrante em liderança, Jamil Albuquerque, autor do livro "A arte de lidar com pessoas" . Para ele, a liderança emerge da situação. "Como um artesão que domina um grande número de ferramentas, o líder deve também dominar ao máximo seus estilos de liderança".


liderançaPaulo Queija, consultor e diretor da MQS Treinamento e Consultoria Empresarial, também destaca que é importante saber dosar as ações e o momento de utilizar cada modelo de liderança. Isso pode variar de acordo com a complexidade da situação, a maturidade da equipe e a urgência da solução. "Normalmente, utilizar somente um estilo de liderança gera problemas. Temos pessoas e equipes diferentes com o passar do tempo e, por isso, é preciso ter flexibilidade de atuação para obter o melhor resultado, lembrando sempre da maturidade de cada um".

Mas você sabe dizer exatamente como é o seu estilo de liderança? Sabe adaptar esse estilo para liderar uma equipe da melhor forma possível em diferentes situações?

Com a ajuda de especialistas em recursos humanos e gestão pessoal, o Portal Administradores elencou os dez tipos de liderança mais comuns e quais são seus pontos fortes e fracos no comando de uma equipe. Descubra qual é o seu estilo principal de liderança e quando se deve adaptar novos estilos para melhorar o desempenho da sua equipe.

  • Coercitivo - É um tipo muito comum nas empresas. Comanda amedrontando as pessoas. Estilo mandão, do tipo "faça como eu mando". É movido por resultados, tem habilidades para lidar com colaboradores problemáticos.                                                                                                                      Ponto fraco: muito voltado a dar feedbacks negativos.
  • Democrático - Consegue cooperação da equipe, confia na mesma e é muito comunicativo. Cria consenso por meio da participação do grupo. Esse estilo considera que os membros da equipe tem uma certa maturidade e conhecimento para poder participar.                                                                 Ponto fraco: às vezes é indeciso.
  • Autoritário - Comanda com firmeza, provoca mudanças na equipe, está à frente, mobiliza as pessoas para um ideal. É do tipo que motiva as pessoas a fazerem algo juntamente com ele.     Ponto Fraco: Muito critico com quem não apresenta resultados.
  • Marcador de ritmo - É de alto desempenho, do tipo que lidera pelo exemplo, voltado a resultados rápidos. No entanto, o resultado geral pode ser negativo, nem sempre as pessoas estão no mesmo patamar de energia. Ponto fraco: muito impaciente com pessoas de ritmo mais lento, costuma sofrer muito por esta razão.
  •  Paternal - constrói laços fraternais, coloca a necessidade das pessoas em primeiro lugar, e é capaz de construir uma equipe voltada aos relacionamentos. É muito bom em resolver conflitos internos. Ponto fraco: cria pessoas dependentes emocionalmente. Tem dificuldade de dar feedback negativo.
  • Treinador - Costuma desenvolver muito bem as pessoas, líder de muita ação, tipo: "tente de novo", "você pode", capaz de identificar pontos fortes e fracos com extrema rapidez.Ponto fraco: Geralmente alega falta de tempo e acredita que tudo se resolva numa sala de treinamento. Muitas vezes é preciso olhar nos olhos num dialogo verdadeiro e definitivo.
  • Centralizador - As decisões são normalmente tomadas pelo líder. Este estilo pode ser utilizado em momentos de urgência e principalmente quando os profissionais envolvidos possuem baixa maturidade para caminhar sozinhos, ou seja, estão em processo de capacitação para tal.            Ponto Fraco: A falta de delegação nas atividades pode desestimular a equipe e causar queda no rendimento final da tarefa.
  • Liberal - O líder delega poderes para um ou mais membros da equipe e fica a disposição para o que for necessário. O nível de maturidade e conhecimento das tarefas pelos profissionais da equipe, nesse caso, precisa ser bem alto para que possam desenvolver um bom trabalho. Este tipo de liderança pode funcionar bem quando os seguidores são pessoas instruídas e maduras.           Ponto Fraco: Caso não aja um acompanhamento constante do líder na orientação e monitoramento das atividades, a equipe pode ficar completamente perdida e o projeto final completamente comprometido.
  • Inspirador - Serve de exemplo para os empregados. Raramente precisa dar ordem, cada um sabe o que fazer e aonde ir. Encaixa perfeitamente em equipes muito motivadas.  Ponto Fraco: Estes profissionais possuem necessidade de status, por isso, em alguns casos, acha que o seu caminho traçado é o melhor e perde a oportunidade de ouvir seus comandados. Pode ter problemas com profissionais mais experientes ou talentos jovens de personalidade forte.
  • Visionário – Cria projetos em longo prazo construtivos e atraentes para a organização. Para ele, o futuro é que dá sentido à ação do presente. Liderança capaz de reconhecer talentos com facilidade.   Ponto Fraco: Pode ter problemas na realização de tarefas em curto prazo e de manter a motivação constante em sua equipe.

Todos os estilos apresentados possuem prós e contras e saber utilizá-los apropriadamente no trabalho é o grande desafio dos profissionais.

Além disso, o professor Jamil Albuquerque destaca que independente de qual seja o estilo de cada um, existem características comuns que todo o líder deve possuir. "Um líder deve ser estudioso, empreendedor, ensinável, e ter uma confiança acima da média. Além disso, deve delegar bem para que cada membro da equipe realize com qualidade suas tarefas, ou seja, embora o colaborador não entenda sempre o que o líder fala, ele deve entender muito bem tudo o que faz". 

Quanto mais completo o líder, maior será sua capacidade de reconhecer a forma mais produtiva de lidar com determinada situação, de assumir a postura adequada para fazer as coisas acontecerem. 

AJUDEM OS MEDICOS SEM FRONTEIRA -http://www.msf.org.br

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